Ray Fisher abre o jogo sobre o comportamento do diretor Joss Whedon em Liga da Justiça

Ray Fisher como Ciborgue em Liga da Justiça (Divulgação / DC)
Ray Fisher como Ciborgue em Liga da Justiça (Divulgação / DC)

Nesta semana, Ray Fisher, o Ciborgue de Liga da Justiça escreveu um tuíte retirando algo que havia dito sobre Joss Whedon na San Diego Comic Con de 2017, onde esteve presente para divulgar o lançamento do filme da Warner Bros. Na ocasião, ele dizia que o cineasta era um cara legal, que Zack Snyder tinha escolhido um bom substituto, e que o processo de refilmagens estava indo bem.

Nesta quarta-feira, 01 de julho, o ator foi novamente ao Twitter explicar a situação com todas as letras. “O tratamento [de Whedon] no set do elenco e da equipe da Liga da Justiça foi grosseiro, abusivo, não profissional e completamente inaceitável”, disparou ele.

“Ele foi habilitado, de várias maneiras, pelos [produtores] Geoff Johns [ex-presidente da DC Comics] e Jon Berg”, disse ele, mas Whedon ainda não respondeu. A história de Ciborgue seria melhor explorada em Liga da Justiça original, antes de seu filme próprio que seria lançado em junho de 2020, mas com a saída de Zack Snyder, o intérprete de Victor Stone viu sua chance de visibilidade ir por água abaixo.

Ciborgue acabou saindo do centro da história da Liga com a chegada de Whedon, e seu filme solo cancelado. Fisher foi um dos atores que mais fez campanha para o lançamento do Snyder Cut, que será disponibilizado pelo streaming HBO Max ano que vem, e usou as redes sociais para enaltercer mais uma vez o trabalho de Zack.

“Eu não elogio o [escritor] Chris Terrio e o @ZackSnyder por simplesmente me colocarem na Liga da Justiça. Eu os louvo por me empoderarem (um negro e sem um nome forte no cinema) com um assento na mesa criativa e por me permitirem participar do enredo dos Stones antes mesmo de haver um roteiro!”, escreveu. Liga da Justiça, de Whedon foi criticada pelos fãs, e faturou 658 milhões de dólares em todo o mundo, algo que desapontou a Warner.