Ray Fisher compartilha imagem de cena do Ciborgue e elogia Zack Snyder

Ray Fisher como Ciborgue em Liga da Justiça (Divulgação / DC)
Ray Fisher como Ciborgue em Liga da Justiça (Divulgação / DC)

O lançamento da versão de Liga da Justiça (Justice League) de Zack Snyder foi anunciada oficialmente e os fãs mal podem esperar para ver o que o diretor e o elenco tem para mostrar. Um dos personagens que terá mais destaque no filme é o Ciborgue, interpretado por Ray Fisher. Segundo o próprio Snyder, o herói teria muito mais tempo de tela em Liga da Justiça, mas na versão que acabou indo para o cinema várias cenas dele foram cortadas. Então, Ray Fisher foi ao Twitter comemorar junto com os fãs a chegada do Snyder Cut de Liga da Justiça e agradecer ao diretor.

Na publicação, o ator compartilhou uma imagem inédita do Ciborgue no longa metragem e também escreveu sobre seu apreço pelo diretor. Fisher escreveu: “Não louvo Chris Terrio e Zack Snyder por simplesmente me colocar em Liga da Justiça. Eu os louvo por me EMPODERAR (um negro sem créditos de filme em seu nome) com um assento na mesa criativa e uma contribuição sobre o enquadramento dos Stones antes mesmo de haver um roteiro!”. Snyder então respondeu ao tuíte: “Você Ray, é o coração do meu filme”.

Em 2008, na estréia de Aquaman, Ray Fisher disse ao site Comic Book o que os fãs esperariam em um filme do Ciborgue, se ele se concretizasse. “Uma das coisas é que temos tanta tecnologia, como seres humanos somos tão dependentes da tecnologia, que o potencial para Cyborg é quase ilimitado com o que ele poderia fazer”, explicou.

“Estamos falando de um cara que poderia, se quisesse, poderia lançar todas as armas nucleares com apenas um pensamento. Ele poderia parar todo o ciberterrorismo do mundo, se esse era o seu objetivo, porque você não tem pessoas correndo e derrubando bancos do jeito que costumavam.Você não está indo e segurando, você está usando o teclado e está lidando com isso dessa maneira.Eu acho que posso ver essa mudança e que seja um mundo real, a visualização do tempo em que estamos na tecnologia seria a coisa mais eficaz que poderíamos fazer “, finalizou Fisher.