Ray Fisher fala sobre diferença entre testes de Liga da Justiça e Star Wars

Cyborg de Liga da Justiça
Cyborg de Liga da Justiça (Divulgação)

Responsável por viver o Cyborg em Liga da Justiça, Ray Fisher usou sua conta no Twich, plataforma de jogos, para falar sobre as diferenças entre os testes de elenco que fez para o filme de Zack Snyder, e Star Wars: O Despertar da Força. Segundo o ator, ele disse que fez uma audição para viver o personagem Finn, que acabou ficando com Jon Boyega.

“Eu não fiz testes em nenhuma capacidade mais intensa para Star Wars. Na verdade, eu nem ao menos fazia ideia tecnicamente das coisas que eu estava lendo. Eu não acho que tenha chegado mais longe do que eu gravando algo em um vídeo e pronto. Mas a respeito de Liga da Justiça, nós tivemos um processo de audição, conhecemos algumas pessoas envolvidas na produção, tivemos um processo de testes e tudo mais. Minha experiência com Star Wars provavelmente foi o equivalente a um primeiro passo, um passo pequeno do que um processo seria. E minha experiência com Liga da Justiça seria ir até o final” explicou ele.

Há males que vem para o bem, já que aparentemente o trabalho de Boyega como Finn já terminou, enquanto Fisher, com seu Victor Stone, ganhará as telas da HBO Max com o Snyder Cut de Liga da Justiça, podendo inclusive aparecer em uma nova produção da Warner Bros.: o filme solo do Flash, de Ezra Miller.

Quando Liga da Justiça estava para ser lançado, ainda com Zack Snyder no comando, a DC Films chegou a anunciar que faria um filme solo do Cyborg, marcado para estrear em 2020, mas com o fracasso de crítica e público da versão de Joss Whedon, do filme de super-heróis, o projeto do filme foi engavetado. Quando Snyder deu a notícia de que o Snyder Cut finalmente veria luz do dia, o ator foi um dos que mais comemorou.

“Não elogio Chris Terrio e Zack Snyder por simplesmente me colocarem na Liga da Justiça. Eu os elogio pelo empoderamento que me deram. Um negro, sem experiências anteriores em filmes, ser colocado na mesa criativa, e contribuir com os enquadramentos, antes mesmo de existir um roteiro”, disparou.