Regina Duarte faz publicação polêmica sobre Democracia em Vertigem

Regina Duarte (Foto: Divulgação)

Depois dos polêmicos comentários de Pedro Bial sobre o documento Democracia em Vertigem, agora Regina Duarte ironizou a produção que foi indicada ao Oscar. No último domingo (9), aconteceu o Oscar 2020 e Democracia em Vertigem foi indicada na categoria Melhor Documentário, mas infelizmente acabou perdendo para Indústria Americana.

Segundo uma matéria da Isto é, em seu perfil no Instagram, Regina Duarte, que foi convidada a assumir o cargo de Secretária da Cultura, publicou uma foto do dia em que vários manifestantes foram às ruas pedir o Impeachment de Dilma Rousself. Nas imagem está escrito a seguinte frase: “Um oscar pra você que foi pra rua derrubar o governo mais corrupto da história”. Além disso, a atriz escreveu: “Boa tarde! Domingão com muita saúde física e mental + muitas alegrias pra gente!”.

Confira a publicação a abaixo:

Claro que a publicação dividiu opiniões onde muitos aplaudiram a atitude da atriz enquanto outro repudiaram a forma como ela estava se comportando, onde no mínimo ela deveria parabenizar que uma produção brasileira conseguiu chegar ao Oscar.

Democracia em Vertigem tem direção de Petra Costa. O documentário relata o processo de impeachment de Dilma Rousseff, ex presidente do Brasil, como consequência da ascensão da extrema-direita e da polarização da política no país. O documentário estreou no dia 19 de junho de 2019 e está disponível no catálogo da Netflix.

No IMDb a produção conquistou a nota 7,1 / 10. No Rotten Tomatoes, Democracia em Vertigem teve 97% da aprovação da crítica especializada e 68% de aprovação do público geral.

Confira abaixo alguns comentários sobre o documentário:

“Costa consegue criar uma cartilha íntima sobre a descida do Estado ao populismo e o desgaste do tecido democrático do país” – Leslie Felperin, Guardian.

“[Petra Costa] parece totalmente incapaz de criar um quadro que carece de urgência ou vibração” – Matt Fagerholm, RogerEbert.com.

“Um retrato zangado, íntimo e assustador do recente deslize do Brasil de volta às garras abertas da ditadura” –  David Ehrlich, indieWire.

“É uma crônica de traição cívica e abuso de poder, e também de desgosto” – A.O. Scott, New York Times.

 

Comentários