Richard Tanne fala sobre por que Chemical Hearts é um filme “anti-romance”

Austin Abrams e Richard Tanne nos bastidores de Chemical Hearts (Divulgação)
Austin Abrams e Richard Tanne nos bastidores de Chemical Hearts (Divulgação)

Chemical Hearts foi lançado no dia 21 de agosto deste ano. O filme conta a história de Henry Page que ficando apaixonado pela nova estudante Grace Town, que manca pelo campus com uma bengala. Depois que Henry e Grace são recrutados para ingressar no jornal de sua escola como co-editores-chefes, Henry fica intrigado com Grace e sua vida misteriosa. Como nunca se apaixonou antes, Henry começa a desenvolver sentimentos por Grace, mas logo descobre que há um coração partido e uma tragédia que ela luta para enfrentar de verdade.

Baseado baseado no livro escrito por Krystal Sutherland e publicado em 2016, Chemical Hearts tem direção e roteiro de Richard Tanne, e o elenco conta com Lili Reinhart, Austin Abrams, Sarah Jones, Adhir Kalyan e Bruce Altman. O diretor do longa metragem deu uma entrevista para o The Hollywood Reporter onde falou sobre seu filme ser um tipo de “anti-romance” e evita ser comparado com outros filmes de romance de jovens adultos.

A primeira vista, o longa metragem parece um nova versão de A Culpa é da Estrelas, mas o diretor garante que Chemical Hearts não é um nicho de filme de romance adolescente que os espectadores estão acostumados a ver. Em vez disso, ele disse para esperar uma história mais sombria, sem medo de explorar um mosaico de “emoções adolescentes” de uma forma realista.

“Se você ver as promoções do filme, provavelmente vai ter a sensação de que é uma citação não citada de um ‘romance YA [jovem adulto]’ e também podemos sentir um cheiro de maioridade e mistério, mas o que realmente é e onde está vem dos sentimentos de pavor existencial, tragédia, melancolia e a avassaladora onda de emoções adolescentes. Esse é o centro do lugar de onde Krystal escreveu e de onde eu escrevi”, disse Tanne.

Richard Tanne também observou que a história de Sutherland foi escrita como um “anti-romance autoproclamado” e que tanto o livro quanto o filme são uma “tentativa deliberada de subverter as metáforas dos YA”. O cineasta ainda se mostrou grato por poder se aprofundar nas histórias de cada personagem. “Se for diferente de um filme adolescente comum, é apenas porque está sempre tentando ser ele mesmo”, explicou ele.

Formado em administração e psicologia. Adora cartoons, animes e series animadas. Atualmente faz curso de desenho com especialização em cartoons.