Ryan Reynolds conta o motivo pelo qual foi procurar diretor para fazer Free Guy acontecer

Ryan Reynolds e Jodie Comer em Free Guy
Ryan Reynolds e Jodie Comer em Free Guy (Divulgação/ Fox)

Existem atores que amam tanto seus personagens que lutam por eles com unhas e dentes. É o caso de Ryan Reynolds, que contou que seu novo longa, Free Guy é o melhor filme que já fez. Assim como fez com Deadpool, que levou mais de dez anos para sair do papel, e funcionou como uma espécie de alter-ego do ator, que mostra o mesmo senso de humor afiado nas redes sociais, o novo filme teve muito de seu dedo, já que ele organizou tudo, e foi procurar o diretor Shawn Levy para ajudá-lo a dar forma àquilo. 

“Eu amo o mundo. Adoro marketing. Então, também adoro a ideia de apresentar às pessoas um novo mundo e Shawn e eu temos conversado sobre isso, que é tão divertido fazer algo novo, algo que é literalmente baseado em absolutamente nada. Portanto, adoro o processo de familiarizar o público com esta nova propriedade ou com esta nova ideia. E é grande. A escala é grande. E acho que é atraente para um grande público. O bom e antigo motivo pelo qual quero fazer isso é algo que quero ver, algo que estou morrendo de vontade de ver. Eu li o roteiro e todos nós trabalhamos muito nele, mas havia uma promessa de algo novo e realmente especial. Não é diferente de como peguei Deadpool. Eu apenas senti que havia uma razão para isso existir. E eu me sentia da mesma forma em relação à Free Guy”, disse em conversa com o site Cinema Blend quando ainda estava gravando o filme no ano passado. 

Shawn Levy por sua vez, foi atraído pelo conceito de fazer um filme que não era baseado em absolutamente nada, algo quase impossível na Hollywood atual. Ele não voltava à cadeira de diretor desde Uma Noite No Museu 3: O Segredo da Tumba. “Eu, por exemplo, disse não à direção de filmes por quatro anos e meio. Para mim, foi o fato de que foi o Ryan que ligou e ele disse, ‘Eu acho que essa coisa é algo que combinaria muito bem com a gente’. E parecia que tinha uma combinação de uma premissa grande, engraçada e cheia de ação, com temas que eu poderia envolver em meus braços. Temas que não são apenas exclusivos da cultura dos jogos, mas da vida, como ser humano. Então, para mim, foi a mistura de potencial de entretenimento é enorme, visualmente repleto de espetáculo, mas também aquele centro humanista caloroso que francamente, eu só faço filmes que sinto que podem me dar isso”, explicou.