O Homem Invisível (Imagem: Divulgação)
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Segundo projeções da Variety, O Homem Invisível deve iniciar sua trajetória nos cinemas com uma boa arrecadação. É esperado que o aguardado suspense faça sua estreia com uma arrecadação entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos.

Com um orçamento de apenas US$ 7 milhões, o terror estrelado por Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) pode ir ainda mais além no final de semana de estreia. O faturamento pode ficar próximo do que registrou A Múmia, lançado em 2017. Estrelado por Tom Cruise, o reboot, também da Universal Pictures, estreou com US$ 31 milhões nos Estados Unidos.

O Homem Invisível já está em cartaz nos cinemas brasileiros. Além das boas projeções de bilheteria, o longa ainda acumula ótimas críticas. No Rotten Tomatoes, por exemplo, abriu com 90% de aprovação e essa percentagem já subiu para 92%. O aguardado remake do clássico terror de 1933 é escrito e dirigido por Leigh Whannell (‘Upgrade’, ‘Saw’).

Assista ao trailer:

Confira alguns dos comentários da crítica:

“A performance de Moss – ancorada por seu rosto extraordinariamente flexível – dá ao filme suas apostas emocionais.” – Manohla Dargis, New York Times.

“Uma divertida e nervosa fatia de horror psicológico cujos melhores momentos não são seus inúmeros pulos de sustos (embora sejam, de fato, extremamente nervosos), mas os mais silenciosos e mais existenciais.” – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly.

“Não é exatamente o que parece, mas ainda apresenta uma performance fenomenal de Elisabeth Moss e mais uma prova de que Leigh Whannell tem um olho estelar para sustos e ações altamente criativos e eficazes.” – Perri Nemiroff, Collider Video.

“Elisabeth Moss é um evento de atuação sozinha, uma versão moderna de Bette Davis, e ‘O Homem Invisível’ lhe dá a chance de incorporar todos os tipos de extremos emocionais – terror, pavor, loucura, tristeza inconsolável e raiva assassina.” – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle.

“O conceito de homem invisível já foi feito muitas vezes antes, mas não sei se já foi tão eficaz quanto é aqui.” – Scott Menzel, We Live Entertainment.

“Whannell conseguiu enfatizar os efeitos de sucesso de público e se envolver com um velho monstro de uma nova maneira. Ele criou um homem invisível para 2020 enquanto ainda abraçava os terrores fundamentais de 1933.” – Scott Tobias, NPR.

 

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