Showrunner de Lovecraft Country quer adaptar clássico do terror

Cena de Lovecraft Country (Reprodução / HBO)
Cena de Lovecraft Country (Reprodução / HBO)

A primeira temporada da série Lovecraft Country mal terminou e sua showrunner já está envolta em um novo projeto de terror. Misha Green também está escrevendo uma adaptação atualizada para o filme Cleópatra Jones, de 1973, e falou em entrevista que adoraria transformar a história de It: A Coisa, no formato de série limitada, caso pudesse.

A autora deu uma entrevista para o The Hollywood Reporter, que demostrou sua animação com o novo projeto: “Ainda estou muito animada em fazer de Cleopatra Jones, que é como uma Bond feminina e negra. Mas adoraria fazer uma série limitada de It: A Coisa, de Stephen King”, começou ela. “É o meu romance favorito de todos os tempos, mas é um livro tão grosso que você precisa de tempo para se sentar com cada personagem e realmente entrar nos medos deles. Você poderia fazer um filme de duas horas, mas imagine uma temporada com sete episódios”.

Mas ela é ambiciosa e gostaria de fazer algo ainda relacionado a vampiros, o que segundo ela é um dos seus maiores desejos: “Sim, nós precisamos fazer algo do tipo Entrevista com o Vampiro”, começou ela, quando durante a entrevista alguém disse que Crepúsculo havia matado a vontade de Hollywood de fazer outras coisas sobre as criaturas sedentas de sangue. “Imagine um Entrevista com o Vampiro, de forma multicultural. Isso parece diferente de todos aqueles ângulos que já tivemos que passavam por séculos atrás na história americana”.

Já sobre Lovecraft Country, sua série de sucesso na HBO, ela explicou anteriormente numa entrevista ao site Collider: “As especificidades que tenho são gênero e pessoas de cor. Isso pode acontecer temporada após temporada, após temporada, após temporada”, explica Green. “Sendo um grande fã de gênero, há muito espaço lá. Existem muitos lugares no gênero em que você não vê pessoas de cor. Você não vê o gênero sendo usado para contar histórias sobre o que significa ser chinês-americano, ou o que significa ser mexicano-americano. Esse é um poço ao qual você sempre pode voltar, sem medo de sentir que está ultrapassado”, disse ela que tem uma causa nobre dentro da cultura.

ankara escort