Showrunner de Manifest dá pista sobre enredo da próxima temporada

Zeke e Michaela em Manifest
Zeke e Michaela em Manifest (Divulgação)

A série Manifest encerrou recentemente sua segunda temporada, e embora ainda não tenha sido renovada pela NBC, está gerando muita curiosidade em seus telespectadores. O series finale foi marcado pela morte de Zeke,que pulou em um lago congelado para salvar Cal, que até então estava sendo mantido como refém. O mais estranho porém, é que após falecer nos braços de Michaela, ele voltou à vida.

O showrunner da atração, Jeff Rake conversou com o site TV Guide e falou sobre a morte, e o chamado que Zeke recebeu, o colocando no lugar certo, na hora certa para salvar Cal. “Ninguém sabe de nada ainda. Nossos personagens terão diferentes teorias sobre isso, assim como o público. Na última cena na garagem entre Ben e Michaela, Ben teoriza que eles parecem ter uma resposta provisória, que Zeke seguiu o Chamado e sobreviveu à data da morte. Eu acho que os estatísticos ou matemáticos que assistem ao programa apontariam a diferença entre uma correlação e uma conexão. Isso significa que Zeke seguiu o chamado, portanto ele sobreviveu à data da morte? Bem, essa é uma pergunta em aberto, e é algo que os personagens estarão debatendo à medida que avançarmos para a terceira temporada”.

Ele disse ainda que muitos personagens novos estão sendo planejados para a nova temporada: “Embora os telespectadores estejam familiarizados com tudo isso [o que aconteceu com o vôo], existem muitos passageiros por aí que ainda não encontramos, que precisam receber essa mensagem e muitos deles podem não acreditar. Muitos deles podem optar por desafiá-la, e isso é algo sobre o qual aprenderemos muito mais na terceira temporada”, revelou tentando não dar maiores pistas.

Ainda no final da segunda temporada, uma das últimas cenas mostrou pescadores resgatando algo no mar, que certamente era um pedaço do avião que ficou destroçado, e o showrunner foi colocado contra a parede sobre a questão.

“Vimos o avião pousar em Nova York, vimos o avião explodir na pista alguns dias depois e, portanto, a questão de saber se essa parte do avião que foi retirada do oceano é, de fato, a barbatana traseira idêntica à do vôo 828 vai cativar a imaginação e o escrutínio de todo o mundo. Se for confirmado que é a peça real, isso obviamente apresentará uma impossibilidade metafísica, afinal o avião não pode ter estado em dois lugares ao mesmo tempo, e nem poderia ter explodido. Isso vai convidar todos os tipos de teorias, como reabrir a caixa de Pandora sobre se os passageiros do voo 828 são, de fato, eles mesmos. A mente pode correr solta com teorias alternativas”, finalizou.

 

Comentários