Showrunner de Patrulha do Destino destaca principal novidade da segunda temporada

Patrulha do Destino (Imagem: Divulgação)

Patrulha do Destino, série os heróis mais desajustados e improváveis da DC Comics, está de volta nesta semana para sua segunda temporada, que diferente da primeira será disponibilizada não só no streaming DC Universe, como no HBO Max, nova plataforma da Warner Bros (por aqui a série está disponível apenas no HBO Go). O showrunner Jeremy Carver revelou que mesmo que o clima das temporadas seja o mesmo, muita coisa vai mudar.

“Tivemos um tipo muito importante de mudança no final da primeira temporada, que foi a revelação de que Niles havia causado todos os acidentes da equipe. Então, isso muda imediatamente a dinâmica de maneiras que são, do ponto de vista da história, muito ricas para uma nova temporada”, começou ele.

“Quando decidimos apresentar Dorothy à história da segunda temporada, agora tínhamos uma espécie de substituto para gerar um relacionamento de ‘filha’ entre todos os membros da Patrulha. Esse foi um gatilho para explorarmos uma temporada em que todos tenham que lidar com todos os seus próprios problemas quando se trata de ser criança e estar no extremo contundente de algum trauma familiar”. Dorothy é uma garotinha que possui uma deformação que faz com que seu rosto seja semelhante ao de um macaco.

Doom Patrol – episódio 1 da segunda temporada (Divulgação/ DC Universe)

“Começamos a explorar isso nos primeiros dois episódios da nova temporada, quando Larry começa a se reconectar com um de seus filhos. Você verá isso de maneira geral com nossos personagens, o que está meio que levando a esse arco dramático da temporada. De uma forma ou de outra, criança ou adulto, todos temos que crescer”, continuou Carver para o Comicbook.com.

Quando se trata de crescer e lidar com o seu passado, Rita é a única que pareceu fazer isso na primeira temporada. Ela é uma pessoa muito diferente na segunda temporada do que era quando o programa começou colocando-a em uma situação única em comparação para o resto do grupo. “Como Rita passou por tanto crescimento pessoal na última temporada, ela é uma das poucas Patrulheiras que não passa por isso, apesar do que Chief fez. Ela está vindo de uma perspectiva de ‘Talvez eu tenha superado toda a minha merda, e talvez seja hora de abraçar essa maldição e esses poderes que eu tenho.’ É por isso que a vemos mergulhando na ideia de realmente assumir o mantra de ser uma heroína, mas em breve veremos que nem ela pode evitar ou superar alguns dos traumas ocultos de seu passado, que passarão a consumi-la da mesma maneira que os outros”, concluiu ele.