Showrunner explica como surgiu a ideia para spin-off de The 100

“Welcome to Bardo” – quinto episódio da 7ª temporada de The 100 (Imagem: Divulgação)

A série The 100 apresentou nesta semana um episódio que pode servir como possível spin-off prequel, caso a The CW, emissora que a exibe e produz compre a ideia. Na história do episódio, público pôde entender como a civilização Grounder começou.

A história era centrada em Calle (Iola Evans), filha de Cadogan e ex-membro do culto do Second Dawn. Embora ela, sua mãe, irmão e pai tenham entrado no bunker da Segunda Aurora, Callie nunca se contentou em viver assim para sempre. Com alguma ajuda de Becca (Erica Cerra), ela transformou um grupo de desertores em Nightbloods e os levou à superfície. Ela até se tornou a primeira guarda-chamas quando Cadogan tinha queimado na fogueira.

Jason Rothenberg, showrunner da atração  explicou o motivo pelo qual a história de um prequel tende a engrenar tanto com os fãs de The 100, como com aqueles que nunca assistiram a série.

“Eu acho que os easter-eggs são mais históricos do que qualquer outra coisa. Para usar uma metáfora estranha, provamos a fruta e agora estamos plantando as sementes. A ideia de onde a linguagem Grounder veio, a ideia de Becca e como Callie se tornou o primeiro Flamekeeper – como todas essas histórias, as versões de 100 anos depois dessas histórias foram contadas, e agora estamos começando a entender a história”, começou ele.

“Eu acho [legal] porque você não precisa saber o que aconteceu depois para fazer o passeio dessa vez. Você não precisa ser um fã do original para assistir ao show e seguir em frente. Eu acho que trará, idealmente, é claro, novos fãs para o original assim que eles começarem a entender essa história. Isso é se formos escolhidos [pelos diretores da The CW]. Sinto que precisamos de ajuda”, continuou.