Showrunner provoca sobre grandes questões da 6ª temporada de Better Call Saul

Better Call Saul, 5ª temporada (Imagem: Divulgação)

A sexta e última temporada de Better Call Saul ainda não tem data para estrear. No entanto, o showrunner Peter Gould indicou algumas grandes questões que podem conduzir o ciclo final da elogiada derivada de Breaking Bead. Em entrevista concedida à Entertainment Weekly, o cocriador evitou dar muitos detalhes, enquanto os roteiristas ainda se aprofundam nos treze episódios finais da série, mas ele compartilhou algumas dicas que podem guiar a trama no último ano.

No final da quinta temporada, Lalo (Tony Dalton) fica furioso ao descobrir a conspiração de Nacho (Michael Mando) para a sua morte. Já Kim (Rhea Seehorn) propôs um surpreendente plano para sabotar Howard (Patrick Fabian), para a surpresa de Jimmy (Bob Odenkirk). O que esses eventos poderiam indicar para o futuro da trama? O showrunner propõe refletir sobre o destino de Gene Takovic.

“Qualquer pessoa que assiste ao programa com atenção e está pensando sobre onde tudo isso está indo, uma das perguntas que você deve se perguntar é: ‘O que esse homem merece?'”, disse. “Não apenas: ‘O que vai acontecer a ele ?’, mas ‘O que seria um fim merecedor para isso? Jimmy McGill/ Saul Goodman/ Gene Takovic merecem a morte? Ele merece amor? Qual seria o final mais adequado para esse cara – para o show?’ Obviamente, o fim para todos é a morte, mas pode não ser onde deixamos esse cara”.

Gould acrescentou: A outra grande questão é: ‘Onde está Kim Wexler quando Saul Goodman é Saul Goodman lidando com Walt [Bryan Cranston] e Jesse [Aaron Paul]?’ Onde está Kim Wexler?”.

Anteriormente, em entrevista ao Collider, o showrunner indicou que os protagonistas de Breaking Bad poderiam aparecer na sexta temporada do spin-off. “Estamos perto de finalizar o quarto episódio. E já temos uma ideia sobre os rumos da história, como terminará e quem pode ou não voltar, como Walter White e Jesse”, disse. No entanto, o cocriador foi cauteloso, para não dar falsas expectativas. “Não queremos nos comprometer muito com isso, porque as coisas mudam. Se, a história tomar outros rumos [então] não traremos esses personagens de volta, mesmo que sejam adorados. Nosso objetivo é ter uma história que faça sentido por conta própria”.

 

 

 

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.

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