Showrunners de Supergirl comparam temporada com outra série de sucesso

Supergirl
Supergirl (Divulgação)

Kara Zor-El (Melissa Benoist) tem passado por diversos desafios nesta temporada de Supergirl. Depois de lidar com a Crise nas Infinitas Terras, salvar o mundo e descobrir que toda sua realidade foi alterada brutalmente, transformando até mesmo Lex Luthor em filantropo amado pela população, ela passou por um centésimo episódio cheio de possibilidades de mudar o passado, e em todas elas, sua amizade com Lena Luthor continuaria abalada, com isso, ela tomou a decisão de não mais se desculpar em relação à ex-amiga, por não ter contado para ela sobre sua verdadeira identidade como garota de aço.

Porém nem só de dramas pessoais, e batalhas alienígenas vive a série, que está num momento de mostrar um pouco da vivência que os humanos podem ter se utilizando de tecnologias como inteligência artificial. Fato é que os showrunners da série, Jessica Queller, e Robert Rovner brincam que esta temporada é como Black Mirror. “Esta temporada é sobre como a tecnologia nos afeta e como as pessoas a usam para escapar do que acontece em suas vidas. Estamos vendo como nossos vilões usam a tecnologia contra nós, e nossos heróis tentam nos trazer de volta”, começou Rovner.

Na história, Andrea, nova dona da Catco World Wide Media, conglomerado de mídia onde a protagonista trabalha como repórter, está investido numa lente de contato especial com inteligência artificial e total imersão chamada Obsidian. Ao colocar as lentes, aquele que as usa tem o direito de estar num tipo de ‘second life’, com escolhendo o lugar onde está, que atividade estará exercendo, e até mesmo consumindo e se alimentando.

“O que estamos vendo é como a tecnologia está impactando a maneira como as pessoas se envolvem e dando a elas uma fuga para não se envolverem. Parece que hoje em dia, todo mundo está meio que em seu telefone ou realmente não está presente, e então nós queríamos falar sobre isso e como seria difícil viver na feiura do que está acontecendo, e como um personagem como Kara pode tentar nos ajudar a superar isso”, disse Queller.