“Strange Angel”: CBS decide o futuro da sua série de ficção científica

Strange Angel (Imagem: Divulgação)

Após a exibição de duas temporadas, a CBS All Access cancelou “Strange Angel“. A série de ficção científica e fantasia foi criada por Mark Heyman. O cancelamento ainda não foi justificado, mas a baixa audiência pode ser uma das motivações. Lançada em 14 de junho de 2018, a primeira temporada contou com 10 episódios. Já a segunda chegou na rede de streming em 13 de junho deste ano com um número menor de episódios, 7 no total.

Heyman também atuou na produção executiva ao lado de Ridley Scott, David Lowery, David W. Zucker e David DiGilio. A trama segue Jack Parsons (Jack Reynor), um criador de foguetes espaciais. O cientista inovador é um gênio e ao mesmo tempo um pouco louco, fascinado com suas criações e mergulhado num mundo misterioso, repleto de magia.

“A série trouxe um novo significado à ideia de que a verdade é mais estranha que a ficção e somos incrivelmente gratos à equipe criativa de Mark Heyman, David DiGilio, Ridley Scott e David W. Zucker por sua visão, bem como ao elenco fantástico de dando vida à bizarra história de Jack Parsons”, disse Julie McNamara, vice-presidente executiva de conteúdo original da CBS All Access, em comunicado. [via Variety]

Além de Reynor, o elenco conta com Bella Heathcote, Peter Mark Kendall, Greg Wise, Rupert Friend, Zack Pearlman e Michael Gaston.

 

O que diz a crítica

A série da CBS All Access não possui tantas avaliações no Rotten Tomatoes, por exemplo. São 17 críticas sobre a primeira temporada e uma aprovação de 71%. De acordo com o consenso: “Uma bela queima lenta, Strange Angel dispara para as estrelas, mas perde um pouco em sua própria órbita.”

Quando a série estreou, lá em 2018, Ben Travers do indieWire disse: “Strange Angel pode se transformar em uma aventura envolvente… mas é muito cedo para se concentrar no mundano, em vez de realmente abraçar o estranho.” Já Hank Stuever do Washington Post comentou:

“Pode não funcionar como um passo de elevador, mas o desempenho impetuoso de [Jack] Reynor mantém o combustível fluindo por tempo suficiente para que a curiosidade do espectador assuma o controle.”

E Brad Newsome do Sydney Morning Herald pontuou: “Se você não está esperando um choque imediato, o design da produção e os roteiros do criador da série Mark Heyman (Black Swan) pintam uma imagem absorvente de Los Angeles da década de 1930, suas paisagens e costumes.”

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.

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