Superando as expectativas, O Homem Invisível estreia em alta nos EUA

O Homem Invisível (Imagem: Divulgação)

Superando as expectativas, O Homem Invisível estreou em alta nos Estados Unidos. Além de ser aclamado pelos críticos, o remake de terror e suspense estrelado por Elisabeth Moss, arrecadou US$ 29 milhões na bilheteria americana no final de semana de lançamento.

Com um orçamento de apenas US$ 7 milhões, o novo filme da Blumhouse faturou US$ 20,2 milhões no mercado internacional. A arrecadação do suspense na estreia global totaliza US$ 49,2 milhões.

Escrito e dirigido por Leigh Whannell (‘Upgrade’, ‘Saw’), o longa é um remake do clássico de terror lançado em 1933. Na trama, Cecilia Kass (Moss) decide desaparecer certa noite, depois de viver por muito tempo presa em um relacionamento controlador e violento com o rico e brilhante cientista Adrian Griffin (Oliver Jackson-Cohen). No entanto, o seu ex-abusivo acaba cometendo suicídio e deixa uma grande fortuna pra ela. Mas para poder usufruir da herança, Adrian determina que sua ex-esposa não pode ser considerada mentalmente instável. Cecília então começa a suspeitar da verdade por trás daquela terrível morte e, aos poucos, ela acaba envolvida em um doentio jogo criado por ele para levá-la à insanidade.

O Homem Invisível está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer:

Além da ótima bilheteria, o filme tem recebido inúmeros elogios. No Rotten Tomatoes, por exemplo, o longa de terror e suspense possui uma aprovação de 91%, com base em 256 avaliações. O consenso diz: “Inteligente, bem-atuado e, acima de tudo, assustador, O Homem Invisível prova que, às vezes, o material de origem clássico para uma nova reinicialização pode estar escondido à vista de todos”.

Confira algumas das críticas:

“A performance de Moss – ancorada por seu rosto extraordinariamente flexível – dá ao filme suas apostas emocionais.” – Manohla Dargis, New York Times.

“Uma divertida e nervosa fatia de horror psicológico cujos melhores momentos não são seus inúmeros pulos de sustos (embora sejam, de fato, extremamente nervosos), mas os mais silenciosos e mais existenciais.” – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly.

“Aterrorizante, única e uma das melhores experiências de terror deste ano.” – Adam Patterson, Film Pulse.

“Com especificidade e empatia devastadoras por sua heroína, Whannell transformou o arquétipo do homem invisível em um filme incrivelmente tenso e cheio de suspense, explorando o horror psicológico do abuso íntimo de parceiros.” – Katie Walsh, Tribune News Service.

 

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.