Star Wars (Imagem: Divulgação)

Uma das sagas mais antigas da indústria do cinema, Star Wars, atualmente é considerada uma das franquias mais lucrativas, tanto dentro quanto fora do cinema. O espaço de tempo entre cada trilogia faz com que a saga se expanda com livros, quadrinhos, animações, games e vários inúmeros produtos, que dão muito lucro à Disney, e dão sequência a jornada visionária de George Lucas.

Já se tratando em cinema, Star Wars conseguiu a incrível façanha de se consolidar como um produto cultural, o fato ocorreu logo em 1977, ano da estreia de Uma Nova Esperança.

O longa foi intitulado inicialmente como Episódio IV, e mesclava de um modo surpreendente e completamente revolucionário o uso do stop motion e do animatronics, os efeitos tecnológicos conseguiram levar ao longa uma autenticidade e versatilidade para seus personagens, algo que lhe trouxe à vida quase que organicamente.

Com o passar dos anos, até mesmo décadas o surgimento de novas tecnologias fizeram com que a franquia crescesse e muito em qualidade de produção técnica, porém o excessivo uso de tecnologia, trouxeram a produção uma grande artificialidade visual, principalmente nos episódios I,II e III.

Porém, após dez anos entre a estreia de Star Wars: A Vingança dos Sith e J. J Abrams levaram a franquia de volta aos cinemas com a promessa de um verdadeiro resgate a essência visual que fez com que a franquia tivesse o sucesso no qual conseguiu alcançar em todo o mundo.

Agora com A Ascensão Skywalker, longa que veio para por fim a Saga Skywalker, o cineasta voltará a direção, finalizando toda uma trama iniciada de uma forma tão grandiosa e tecnologicamente ousada, ainda na década de 1970.

Roger Guyett, supervisor de efeitos visuais do filme, comentou sobre a alta qualidade tecnológica usada para a produção dos efeitos visuais:

“Uma das coisas na qual trabalhamos realmente duro no Episódio VII e subsequente no capítulo IX, foi essa ideia de que você sentiria que realmente estaria nessa jornada e que estaria nesses lugares, vivendo essas experiências ao lado de toda a audiência. E parte disso é tentar fazer a maior parte da fotografia do filme em locações físicas, para que então – quando estivermos fazendo os efeitos visuais – seja possível mostrar um pouco mais de contenção quando estamos no mundo digital, para que você sinta que o evento que está testemunhando realmente seja passível de acontecer. E parte disso é, obviamente, a forma como você escolhe representar isso para a audiência, independente de você estar usando uma câmera ou tomada que seja mais crível ou quando você desenha esses processos pelo qual viaja. O objetivo é que eles ainda mantenham elementos que sejam familiares para as pessoas”, relatou Guyett.

ANÚNCIO

Comentários

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui