Jean Seberg no filme “Acossado”, de 1960 (Imagem: Reprodução)

O filme de suspense político “Seberg”, estrelado pela atriz Kristen Stewart (Branca de Neve e o Caçador), ganhou sua data de estreia. Dirigido por Benedict Andrews (Una) e distribuído pela Amazon Studios, o longa entrará em cartaz nas salas de cinema no dia 13 de dezembro deste ano, segundo informa a Variety.

Na produção, apresentada no Vanice Film Festival em 30 de agosto, Stewart interpreta a atriz norte americana Jean Seberg, conhecida por sua atuação em filmes como “Santa Joana” (1957), “Acossado” (1960), “Bom Dia, Tristeza” (1958), “Lilith” (1964), “Aeroporto” (1970) e “O Rato que Ruge” (1959).

Com roteiro de Joe Shraphel e Anna Waterhouse, o filme também é estrelado por Jack O’Connell no papel do agente da FBI Jack Solomon que observa Jean Seberg, Anthony Mackie como o ativista Hakim Jamal, Margaret Qualley como Linette, Colm Meaney como Frank Ellroy, Zazie Beetz como Dorothy Jamal, Vince Vaughn como Carl Kowalski, Yvan Attal como Romain Gary, Stephen Root como Walt Breckman e Cornelius Smith Jr. interpreta Ray Robertson.

O longa sobre o envolvimento político e romântico de Seberg com Hakim Jamal, ativista dos direitos civis, tem aprovação de 38% no Rotten Tomatoes, com base em 24 avaliações. “Um período agradável, com uma irritante falta de foco”, diz Sara Stewart, do New York Post. “Stewart mantém você colado por toda parte, oferecendo um desempenho interessante e atraente que se torna cada vez mais comovente à medida que o assunto se desenrola.”, fala David Rooney, do Hollywood Reporter. “A imagem é potente e envolvente; até seus elementos ficcionalizados tocam o espírito de verdade.”, escreve Stephanie Zacharek da TIME Magazine. “Tudo parece inautêntico, a ponto de Seberg apenas ganhar vida quando se comprometer com a teatralidade completa.”, anuncia David Ehrllch, do indieWire.

Em entrevista à Variety, o diretor Benedict Andrews falou sobre a produção. “O que eu queria mostrar com Jack era um jovem soldado em uma guerra suja que não percebe. Eu queria mostrar o tipo de poder persuasivo e indicioso de uma máquina do governo opressor.”, disse e enfatizou que na trama ainda há: “O atrito dessas vidas, como elas se tocam… Jack olhando para Jean e Jean sendo vista por Jack.”

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