Todd Philips quer ator de Westworld como Batman em novo filme do Coringa

Caleb (Aaron Paul) em Westworld
Caleb (Aaron Paul) em Westworld (Reprodução)

A Warner Bros. arriscou e lançou Coringa protagonizado por Joaquin Phoenix sem muita esperança de que o filme fosse alcançar muito êxito, motivado sobretudo por sua classificação indicativa voltada para maiores de 18 anos, mas como uma dessas surpresas que acontecem de forma rara, o longa fez um verdadeiro estrondo na indústria, e fez história com o primeiro longa com essa classificação a conquistar mais de 1 bilhão de dólares em bilheteria.

O diretor Todd Philips nunca escondeu a satisfação de que seu projeto cheio de liberdade criativa tenha estourado, e já começou a planejar uma sequência. De acordo com o The Hollywood Reporter, ele quer ninguém menos que Aaron Paul, estrela de Breaking Bad, e que esteve recentemente em Westworld no papel de Batman.

Mas claro, o diretor já lida com a possibilidade de não conseguir Paul para o papel e já preparou uma lista reserva que conta com nomes como Ryan Gosling, Bradley Cooper, e James Marsden. A Warner não confirmou a informação.

Em entrevista anterior, Todd Philips contou que foi beneficiado pela mudança de direção da Warner para que seu filme fosse aprovado, e acredita que só conseguiu o ‘sim’ definitivo pelo filme ter um baixo custo de produção. “Verdade seja dita, o orçamento era pequeno em relação a outros filmes baseados em quadrinhos. Fizemos o filme por US$ 60 milhões, mas isso para a Warner Bros ou DC é como se fosse um filme independente. Mantivemos isso sob o radar, mas parecia que para eles não era algo tipo ‘não podemos perder’, e sim algo do tipo ‘o que podemos perder com isso? se for chato e ninguém quiser ver não perdemos tanto’”, contou.

“Tivemos um fim de semana de abertura incrível, mas ainda estávamos com medo porque, para ser sincero com você, a gente começa a pensar que esses artigos da mídia se tornam uma profecia que se auto-realiza”, completou na época sobre artigos de jornal dizendo que o filme incitava violência.

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