Todd Phillips bate o martelo e declara o que o faria produzir Coringa 2

Filme Coringa
Foto promocional de Joaquin Phoenix e o diretor Todd Phillips nos bastidores de Coringa (Divulgação/Warner Bros. Pictures)

O cineasta Todd Phillips, responsável pelo filme Coringa, sucesso recente da Warner Bros. Pictures, não tem tido sossego quando o assunto é uma possível sequência do longa. Em muitos lugares, o diretor é questionado se vai fazer ou não um Coringa 2. Recentemente, em conversa com o jornal de notícias Los Angeles Times, ele voltou a comentar sobre o assunto.

Conforme a conversa com o jornal, em publicação veiculada em seu site de notícias, o diretor deixou claro que nenhum trabalho para uma possível segunda parte está em andamento por agora. Entretanto, ele não é contra a ideia de fazer uma sequência da história, mas fez questão de deixar algo claro: “Não poderia ser apenas esse filme selvagem e louco sobre o Palhaço do Crime”.

E completou: “Teria que ter alguma ressonância temática de maneira semelhante a isso. Porque acho que é por isso que o filme se conectou, é o que está acontecendo por baixo. Muitos filmes são sobre a faísca, e isso é sobre o pó. Se você pudesse capturar isso novamente de uma maneira real, seria interessante”.

Por outro lado, uma segunda produção não dependeria apenas dele, mas também do ator Joaquin Phoenix, responsável por encabeçar a história e levar o vilão, em sua atual fase, às telonas. Em entrevista recente, o ator indicou que espera uma justificativa mais consistente para fazer o personagem novamente. O intérprete do vilão foi categórico, deixando claro que não fará uma sequência simplesmente porque o filme inicial foi bem-sucedido.

Também em conversa com o jornal Los Angeles Times, ele revelou motivos para não fazer uma sequência. A principal delas é o sucesso com o primeiro filme. Segundo o ator, fazer uma sequência apenas porque o primeiro filme foi bem-sucedido é “ridículo”. Ele também falou sobre sua preocupação em ficar preso a um personagem.

“Eu acho que o medo está em ficar preso a fazer algo repetidamente e com o qual você não se importa tanto assim, porque não te motiva ou não te empolga. Parte da atração, para mim [em Coringa], é que não havia expectativa. Eu não assinei um contrato para fazer [mais filmes]. Foi apenas um. Eu não vou fazer uma sequência só porque o filme foi bem-sucedido, isso é ridículo”, disse o ator.

Possui Mestrado em Comunicação e Graduação em Jornalismo. Pesquisa cultura pop e também trabalha com o tema.

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