As 31 representantes estaduais e regionais candidatas ao título do Miss Universe Brasil 2026 realizaram, no último domingo (20/07), durante o confinamento em um resort em Bandeirantes (PR), a tradicional apresentação de trajes típicos.
Em uma das etapas mais leves da preliminar do concurso, as misses puderam honrar os locais que representam. Confira, a seguir, os looks e as referências por trás das escolhas das concorrentes em busca da coroa.
❤️ Confira os looks das Misses:
- Giovanna Togni (Vale dos Vinhedos) — O traje homenageia a herança dos imigrantes italianos e a história das famílias que construíram sua vida entre montanhas e parreirais.
- Patrícia Marchi (Vale do Paraíba) — O traje homenageia Hebe Camargo, nascida em Taubaté e reconhecida como uma das maiores comunicadoras da televisão brasileira.
- Tatiana Gonçalves (Triângulo Mineiro) — Inspirado em Bárbara Heliodora, o traje homenageia as mulheres que participaram da construção dos ideais da Inconfidência Mineira.
- Karina Azevedo (Tocantins) — O traje celebra a biodiversidade do Cerrado e homenageia as araras-canindé e vermelhas que habitam o Jalapão e o Parque do Cantão.
- Larissa Helena (São Paulo) — Inspirado na mitologia tupi-guarani, o traje representa Jaci, a deusa da Lua e guardiã da noite.
- Camila Souza (Santa Catarina) — Inspirado no maior festival de dança do Brasil, o traje celebra a relação de Santa Catarina com a arte do movimento.
- Ingrid Rezende (Roraima) — O traje homenageia Aline Rezende, primeira representante de Roraima a alcançar o Top 2 do Miss Brasil, em 1996.
- Júlia Guerra (Rio Grande do Sul) — O traje presta homenagem a Ieda Maria Vargas, gaúcha que se tornou a primeira brasileira a conquistar o título de Miss Universe.
- Geovanna Miranda (Rio Grande do Norte) — O traje nasce do encontro entre o Rio Potengi e o Oceano Atlântico para representar uma guardiã do litoral potiguar.
- Bruna Zanardo (Rio de Janeiro) — O traje celebra uma das maiores manifestações culturais do Brasil e um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro.
- Paloma Rodrigues (Piauí) — Inspirado nas mulheres que marcaram a história do sertão, o traje transforma elementos do cangaço em uma homenagem à força feminina.
- Sabrina Monteiro (Pernambuco) — O traje apresenta uma releitura contemporânea do Caboclo de Lança, personagem central do Maracatu Rural.
- Jéssica Krein (Paraná) — O traje homenageia uma das aves mais simbólicas do Paraná e sua contribuição para a preservação das araucárias.
- Carol Barboza (Pará) — Inspirado na cultura Tupinambá, o traje representa a ancestralidade da mulher paraense e sua conexão com a natureza.
- Laíssa Ferreira (Minas Gerais) — O traje homenageia uma das riquezas naturais mais reconhecidas do estado: as esmeraldas.
- Lauriane Pires (Mato Grosso do Sul) — O traje representa um dos cartões-postais mais conhecidos de Bonito: a Gruta do Lago Azul.
- Liara Marmet (Mato Grosso) — O traje homenageia a importância do agronegócio para Mato Grosso e sua convivência com a fauna e a flora da região.
- Natalia Silva (Maranhão) — Inspirado em uma das personagens do Bumba Meu Boi, o traje homenageia os povos originários e sua relação com a natureza.
- Carina Manzi (Litoral Paulista) — Inspirado nas pérolas formadas no interior das conchas, o traje representa uma beleza construída pelo tempo e pelas experiências.
- Marcella Kozinski (Ilha do Mel) — Inspirado na estrela que guia e ilumina os caminhos de quem navega, o traje se conecta diretamente com o mar e com a identidade da Ilha do Mel.
- Diovana Camargo (Goiás) — O traje homenageia a tradição do campo e o trabalho que impulsiona o desenvolvimento de Goiás.
- Flávia Klemz (Espírito Santo) — Inteiramente cravejado com águas-marinhas, o traje homenageia uma das maiores riquezas naturais do estado.
- Jaque Ciocci (Chapada Diamantina) — O traje celebra as mais de 360 cachoeiras distribuídas pela Chapada Diamantina e a força das águas que atravessam a região.
- Leila Carvalho (Ceará) — O traje reúne referências que fazem parte da identidade cultural cearense, como o cordel, a sanfona e o forró.
- Lauren Lupato (Cataratas do Iguaçu) — Inspirado em um dos maiores patrimônios naturais do mundo, o traje traduz a força das quedas d’água por meio dos tons de azul e do brilho dos cristais.
- Mariani Piaget (Berço da República) — O traje homenageia Prudente de Moraes, primeiro presidente civil do Brasil, e celebra a importância histórica da cidade de Itu.
- Manuela Suzart (Bahia) — A criação presta tributo à heroína baiana que teve papel decisivo nas lutas pela Independência do Brasil.
- Tarcia Ciarlini (Amazonas) — Inspirado na grandiosidade da Floresta Amazônica e na lenda do Eldorado, o traje apresenta a guardiã de um reino onde a verdadeira riqueza está na natureza, nos povos originários e na vida que atravessa rios e florestas.
- Nataly Uchôa (Amapá) — O traje transforma um dos maiores símbolos do Amapá em uma criação que celebra cultura e trabalho.
- Blanca Quirino (Alagoas) — Inspirado em uma lenda preservada por antigos pescadores, o traje homenageia a sereia eternizada pelo artista alagoano José Corbiniano Lins.
- Andressa Jamylle (Acre) Inspirado na transformação da cafeicultura acreana, o traje celebra o trabalho das famílias produtoras e o crescimento do café robusta amazônico no estado.
Como será a final do Miss Universe Brasil 2026?
A final será transmitida neste sábado (25/07) ao vivo pela Record, com apresentação de Michelle Barros e Natália Guimarães, a partir das 22h30. O público também poderá acompanhar a cerimônia pelo Record Plus e pelo portal R7.
A campeã receberá a faixa de Maria Gabriela Lacerda, representante do Piauí que venceu a edição de 2025. Depois da coroação, a nova titular assumirá a missão de representar o país internacionalmente no Miss Universe 2026, previsto para novembro, em Porto Rico.
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