Veja como ficou a bilheteria no Brasil de 12 a 15 de março

Bloodshot (Imagem: Divulgação)

Foi divulgada a bilheteria no Brasil de 12 a 15 de março, primeiro final de semana após o alerta para que as pessoas fiquem em isolamento por conta do novo coronavírus.

A medida afetou especialmente os cinemas, haja vista que alguns filmes foram lançados enquanto a pandemia ainda não tinha atingido índices tão preocupantes. Até agora, no Brasil são quase 300 casos confirmados, com uma morte no estão de São Paulo.

Nos Estados Unidos, os cinemas tiveram a pior bilheteria dos últimos 20 anos. Por conta do isolamento social, diversos longas tiveram suas estreias adiadas. Da mesma forma, filmes que estão sendo gravados tiveram os trabalhos paralisados, assim como séries.

A TV também está se adaptando à pandemia para evitar contaminação de seus contratados. A Globo tirou do ar programas como Encontro e Mais Você, e ainda suspendeu as gravações de todas as suas novelas.

A propósito do ranking do final de semana, esses foram os filmes mais vistos:

1. Bloodshot
2. Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica
3. Sonic – O Filme
4. O Homem Invisível
5. A Maldição dos Espelhos
6. Terremoto
7. Maria e João – O Conto das Bruxas
8. Solteira Quase Surtando
9. Dolittle
10. A Aprendiz de Espiã

Veja como está a avaliação de Bloodshot no RT:

“Se Vin Diesel fosse um garoto de 12 anos, ele não poderia imaginar um filme melhor para sua base de fãs do que ‘Bloodshot’.” – Rafer Guzman, Newsday.

“Quando a melhor coisa de um filme de ação é o uso de uma ótima música de 43 anos de Talking Heads, você sabe que está com problemas.” – Cary Darling, Houston Chronicle.

“‘Bloodshot’ é um filme de ação animado e divertidamente estúpido, que recebe uma dose extra de atmosfera pela presença de Vin Diesel.” – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle.

“Diesel atinge o equilíbrio certo de contemplação e leveza, e Guy Pearce traz mais convicção do que o necessário.” – Ben Kenigsberg, New York Times.

“O filme é apresentado como a história de um homem que ainda não descobriu quem ele é. Mas isso não está certo. Em vez disso, é um filme que parece não saber o que quer ser quando crescer.” – Michael O’Sullivan, Washington Post.

Jornalista especializado em entretenimento, consumista de streaming e cinemaníaco de carteirinha.