
Juliana Marins, a brasileira que morreu após uma queda fatal durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, era uma jovem publicitária de Niterói (RJ) que amava viajar e explorar o mundo. Solteira e apaixonada por aventuras, ela compartilhava sua rotina nas redes sociais e estava em mais uma de suas jornadas quando tudo mudou de forma trágica. Segundo a família, Juliana sofreu duas quedas durante o trajeto e o laudo oficial apontou hemorragia e múltiplas fraturas como causa da morte, mas eles desconfiam da versão apresentada e questionam a atuação da equipe de resgate local.
Diante das dúvidas, a família moveu uma ação para que uma nova autópsia seja feita assim que o corpo chegar ao Brasil, buscando esclarecer o que realmente aconteceu. A decisão foi tomada após relatos de negligência, já que, de acordo com familiares, os socorristas demoraram a agir e a comunicação com o hospital foi falha. Em entrevista, a irmã de Juliana, Mariana, lamentou a dor da perda e reforçou que a jovem poderia estar viva se tivesse sido socorrida a tempo.
Enquanto o traslado do corpo ainda está sendo organizado com o apoio da Prefeitura de Niterói, a comoção toma conta das redes sociais. Amigos, seguidores e até celebridades prestaram homenagens à jovem, reconhecendo sua alegria de viver e espírito aventureiro. A história de Juliana se tornou um símbolo de alerta sobre os riscos de trilhas em áreas perigosas sem infraestrutura adequada, e sua família agora luta para que sua morte não tenha sido em vão.
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