Uma polêmica de 2018 envolvendo Eduardo Costa e Fernanda Lima voltou a ganhar repercussão, agora com desdobramentos mais graves para o cantor. Sete anos após o episódio, a Justiça pode decretar sua prisão pelo não cumprimento da pena determinada no caso, segundo informações da coluna Fábia Oliveira.

Eduardo Costa foi condenado por difamação após atacar Fernanda Lima nas redes sociais, criticando um discurso da apresentadora no extinto programa Amor e Sexo, da TV Globo. Em fevereiro de 2022, ele recebeu a sentença de prestação de serviços comunitários. No entanto, em setembro de 2024, foi formalmente intimado a cumprir a pena, sem dar indícios de que tenha seguido a determinação. Dois meses depois, constatou-se que o artista não se manifestou no processo.

Diante do descumprimento, o Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou que a pena alternativa fosse convertida em prisão em regime aberto. Caso a Justiça acate o pedido, Eduardo Costa pode ser condenado a cumprir pena privativa de liberdade.

A polêmica começou quando o sertanejo chamou Fernanda Lima de “imbecil” e afirmou que ela comandava um “programa para maconheiro e bandido”. As declarações levaram a apresentadora a acionar a Justiça, resultando na condenação do sertanejo.

Após a solicitação do MP, a juíza responsável pelo caso determinou a intimação do cantor e de sua defesa para justificarem o não cumprimento da pena. Se não apresentarem uma justificativa plausível, a prisão pode ser decretada. Para garantir a notificação do sertanejo, a Justiça enviou cartas de intimação para endereços em São Paulo e Belo Horizonte, cidades onde ele possui residência fixa.

Eduardo Costa se manifesta após fim do processo de estelionato

O sertanejo utilizou as redes sociais nessa terça-feira (4) para comentar sua absolvição no processo em que era acusado de estelionato. Durante uma transmissão ao vivo, o sertanejo declarou: “Eu não sou um criminoso e nunca fui. E não dei prejuízo em ninguém”.

A ação judicial teve origem em uma negociação de imóveis com um casal, iniciada em 2017. O cantor, já havia sido absolvido em primeira instância em novembro de 2023. No entanto, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recorreu da decisão.

Agora, com o julgamento da Apelação Criminal no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a absolvição foi mantida. “Eu sou um homem inocente das coisas que essas pessoas me acusaram”, reforçou Eduardo Costa.


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Gabriel Girão

Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redator do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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