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Longe de rótulos vazios, ela abraça o termo lésbica com orgulho, filtrando dores e amores em letras que viraram hinos geracionais.
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Sua maquiagem branca e figurinos volumosos bebem da fonte da cultura drag, transformando cada palco em um ato de arte performática viva.
Em 2026 ela parou o Grammy com uma peça de arquivo Mugler, usando a moda como ferramenta de expressão e de poder político.
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A cantora destinou lucros de sua turnê para a Casa 1, em São Paulo, mostrando o compromisso que mantém com o acolhimento de pessoas LGBT.
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Em 2024, ela não se calou diante da grosseria de um fotógrafo, exigindo respeito e impondo limites firmes em sua vida pública.
A força de Good Luck, Babe! garantiu a ela o posto de segunda maior artista pop do streaming, logo abaixo do fenômeno Olivia Rodrigo.
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