Saiba todos os detalhes sobre as novas regras para as bicicletas elétricas (Imagem: Reprodução / Globo)
Na última quinta-feira (22), uma nova resolução do Contran causou grande repercussão nas redes sociais. O governo está atualizando as normas para ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual, como patinetes e skates.
A principal mudança trazida pela resolução é a exigência de licenciamento e emplacamento para scooters elétricas e ciclomotores movidos a combustão, com potência de até 4 kW e até 50 cm³, respectivamente e velocidade máxima de fabricação de 50 km/h.
Regularização das bicicletas elétricas e outras veículos já tem data para começar
Essa regularização da documentação dos veículos terá prazo de dois anos a partir de 3 de julho. No caso das bicicletas elétricas, não será necessário placa ou habilitação do condutor. Porém elas deverão seguir especificações para não serem confundidas com ciclomotores e motos.
O motor elétrico das bicicletas, com potência de até 1000 Watts, deverá ser utilizado apenas como assistência ao pedal. A notícia informa que a ideia é justamente para facilitar a pedalada.
O condutor poderá ativar a assistência elétrica sem pedalar, mas a velocidade máxima permitida nesse modo será de até 6 km/h. A propulsão do motor auxiliar não poderá ultrapassar 32 km/h. Isso não vale para modelos de uso esportivo, que poderão atingir 45 km/h em estradas.
Além disso, a nova resolução aumenta a potência e a velocidade máxima permitida para as bicicletas elétricas. A circulação dessas bicicletas em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas é permitida. As famosas bikes elétricas precisam respeitar a velocidade máxima estabelecida para essas vias.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da cidade de São Paulo ainda está analisando a nova resolução do Contran. Enquanto isso, eles não tiveram como divulgar informações sobre possíveis adaptações nas vias da cidade.
Essas alterações nas regras de trânsito têm como objetivo regularizar a circulação desses veículos e garantir a segurança no tráfego. Eles querem evitar confusões entre diferentes tipos de transporte.
A medida também busca acompanhar o avanço da tecnologia e a popularização dos veículos de mobilidade individual. Para quem ficou curioso sobre como essa mudança vai funcionar em cada cidade, outras informações devem surgir em breve.
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