Marcello Camargo, filho de Hebe Camargo (1929-2012), demonstrou irritação com a repercussão de vídeos que mostram o estado de abandono da mansão onde a apresentadora viveu por 21 anos, no Morumbi, em São Paulo. Em uma publicação nas redes sociais, ele voltou a esclarecer que o imóvel não pertencia à mãe e criticou pessoas que entram na propriedade para gravar conteúdos.
Pela milionésima vez, eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo. Era, sim, do Lélio, marido dela, que faleceu no ano 2000. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa, tá?
Esclareceu o rapaz.
Filho de Hebe critica invasões à mansão
Marcello também reclamou de pessoas que acessam o imóvel para filmar o interior e divulgar as imagens na internet. Segundo ele, a situação configura invasão de propriedade, e o fato de não ser dono da casa impede que ele tome medidas judiciais em nome próprio.
“A maior prova que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha, que se fosse minha, eu processava”, afirmou.
Sem revelar nomes, o filho da apresentadora ainda criticou uma mulher que, segundo seu relato, teria entrado na mansão e publicado vários vídeos sobre o local. “Nem vou dizer o nome aqui, fantasiada invadiu [a casa]. Fez parte 1, 2, 3, 4. Que que é isso? Você não tem mais o que fazer?”, questionou.
Confira um dos vídeos mostrando a suposta mansão abandonada:
Mansão foi construída na década de 1970
Localizada no Morumbi, a residência foi construída por Lélio Ravagnani na década de 1970. Com aproximadamente 962 metros quadrados de área construída, a propriedade ficou conhecida pelas festas promovidas por Hebe, que recebia artistas, políticos e outras personalidades.
Em maio de 2025, o jornal O Globo noticiou que a mansão havia sido colocada em leilão judicial, com avaliação de R$ 8,6 milhões. Na ocasião, o imóvel também acumulava uma dívida de mais de R$ 1,5 milhão em IPTU.
Mansão de Pelé também sofre com abandono após a morte do craque
Assim como a residência onde Hebe Camargo viveu por 21 anos, a mansão de Pelé, em Guarujá, no litoral de São Paulo, também apresenta sinais de deterioração.
Após a morte do Rei do Futebol, o imóvel de luxo teve piscinas tomadas por limo, vidros quebrados e áreas esportivas cobertas pelo mato. Avaliada anteriormente em R$ 18 milhões, a propriedade perdeu cerca de R$ 3 milhões em valor de mercado devido à falta de manutenção.
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