
A nova produção de “Vale Tudo” conta com Taís Araújo no papel de Raquel e Bella Campos como Maria de Fátima. Paulo Silvestrini é o responsável pela direção artística, tendo trabalhado em “Vai na Fé” (2023).
Embora mantenha a essência do original, o remake promete introduzir mudanças, desde tecnológicas até morais e comportamentais, para espelhar os novos tempos e as mudanças sociais que se deram nas últimas décadas.
Em conversa com os jornalistas na última semana, durante a coletiva de imprensa do remake de Vale Tudo, Taís Araújo destacou a importância da representatividade negra com o seu papel de protagonista heroína.
“Eu acho lindo o que está acontecendo, porque não é só a minha personagem. É uma novela que tem muitos personagens que representam muitas pessoas que não se sentiam representadas. Isso é um passo muito importante na construção da identidade de um país que tem tantos problemas de identidade. Então eu acho lindo, estou muito feliz”, falou ela.
Fora isso, a esposa de Lázaro também confessou que de início não aceitaria viver a personagem Raquel, já que buscava por uma vilã em sua carreira. Mas, segundo a própria, não havia como recusar esse desafio ao lado de Manuela Dias.
“Eu queria uma vilã, mas no primeiro capítulo em que assisti, pensei que não podia perder essa oportunidade. Ela tem uma jornada de herói, tem conflitos, é a personagem perfeita. Eu liguei para o Zé [José Luiz Villamarim, diretor de gênero] e para a Manu [Manoela Dias, autora] e falei: ‘Eu fui muito burra, eu quero fazer, sim, me deixa fazer, por favor’. Inverti os papéis!”, afirmou.
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