O Senado Federal está prestes a abrir uma nova fase da CPI das Apostas Esportivas, a chamada “CPI das Bets”. A comissão se organiza para ouvir uma nova leva de depoentes — desta vez, figuras conhecidas da internet, da música e da TV, cujos convites ou convocações já foram aprovados pelo colegiado.
Ainda sem datas confirmadas, esses depoimentos devem ocorrer antes do encerramento oficial dos trabalhos da comissão parlamentar de inquérito.
A lista aprovada inclui influenciadores digitais, ex-participantes de realities como o Big Brother Brasil, humoristas e cantores que, de alguma forma, se envolveram com a divulgação ou promoção de sites de apostas online — setor que movimenta bilhões de reais no país.
Vale lembrar que a aprovação dos requerimentos não garante, necessariamente, que todos os nomes serão ouvidos pela CPI.
Confira os nomes já aprovados pela comissão:
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Felipe Prior, ex-BBB e influenciador digital
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Jordana Gleise de Jesus Menezes, a Jojo Todynho, cantora
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Eliezer do Carmo Neto, influenciador digital e ex-BBB
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Solange Alves Bezerra, mãe da influenciadora Deolane Bezerra
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Wesley Oliveira da Silva, o Wesley Safadão, cantor
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Pâmela Drudi, influenciadora e esposa do empresário Fernando Oliveira Lima
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Rodrigo Mussi, ex-BBB e influenciador digital
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Vitória di Felice Moraes, a Viih Tube, influenciadora digital e ex-BBB
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Gessica Kayane, a Gkay, atriz e influenciadora
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Luan Kovarik, conhecido como Jon Vlogs, influenciador digital
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Nivaldo Batista Lima, o sertanejo Gusttavo Lima
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Giliard Vidal dos Santos, filho de Deolane e também influenciador digital
A CPI das Bets foi instalada com o objetivo de investigar possíveis irregularidades ligadas ao funcionamento e à publicidade das plataformas de apostas esportivas no Brasil, especialmente aquelas feitas por meio de parcerias com influenciadores e celebridades.
Virginia nega “cachê da desgraça alheia” na CPI das Bets
Em depoimento nesta terça-feira (13) à CPI das Bets, Virginia Fonseca negou que seus contratos com plataformas de apostas incluíssem qualquer tipo de comissão baseada nas perdas dos usuários. A empresária se posicionou contra a ideia do que vem sendo chamado de “cachê da desgraça alheia”, supostamente presente nos acordos entre casas de aposta e influenciadores digitais.
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