Adriane Galisteu contou que viveu um dos períodos mais delicados de sua vida após a morte de Ayrton Senna, em 1994. No documentário Meu Ayrton por Adriane Galisteu, disponível na HBO Max, a apresentadora, hoje com 52 anos, revelou que ficou sem ter onde morar e enfrentou sérias dificuldades financeiras enquanto ainda lidava com o luto pela perda do namorado.
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Segundo ela, o apoio inesperado veio de Braga, amigo e mentor de Senna, que a acolheu e ajudou até que conseguisse se reerguer. “Eu chorava pelo luto, mas também porque eu estava perdendo o meu chão. Eu não tinha nem onde morar. Sentia que a minha vida ia ser um tormento”, contou Adriane. A viúva de Braga, Luíza Eugênia Konder, relatou que o marido ficou comovido com o abandono da apresentadora e decidiu ajudá-la.
O documentário também resgata a tensão entre Galisteu e a família de Ayrton. Após a morte do piloto, a mesada que ela recebia foi cortada, e o cartão bancário bloqueado. “Dias depois da morte, fui usar o cartão e descobri que estava cancelado e a conta zerada. Pensei: ‘o que vou fazer agora?’”, relembra. Com o tempo, e o auxílio de Braga, Adriane conseguiu retomar a carreira e reconstruir a vida.
A relação de Adriane e Senna durou entre 1993 e 1994. A produção da HBO Max revisita momentos marcantes da história do casal e mostra como a perda transformou profundamente a trajetória pessoal e profissional da apresentadora da Record TV.
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