Nem todas as plantas precisam de sol forte para crescer e se desenvolver. Existem espécies que se adaptam bem a ambientes com pouca luz natural, tornando-se perfeitas para salas, corredores, banheiros ou varandas cobertas que não recebem luz direta.

Alguns exemplos são:

  • Zamioculca
  • Espada-de-São-Jorge
  • Jiboia
  • Lírio-da-paz
  • Maranta

Além disso, muitas dessas espécies exigem rega moderada, fertilização ocasional e cuidados simples, o que as torna ideais para quem está começando no cultivo indoor ou não tem muito tempo para manutenção diária.

Como cuidar de plantas com pouca luz

Seja qual for a espécie escolhida, alguns cuidados ajudam a manter as plantas saudáveis por mais tempo:

  • Observe a umidade do solo e evite encharcar, pois o excesso de água pode prejudicar raízes em locais pouco iluminados.
  • Limpe as folhas periodicamente para melhorar a absorção de luz mesmo em espaços internos.
  • Gire os vasos ocasionalmente para garantir que todos os lados recebam luminosidade natural disponível.

Com atenção mínima e escolha adequada das variedades, até ambientes mais escuros podem ganhar um toque verde vibrante.

Dicas para integrar essas plantas na decoração

Plantas que se adaptam a espaços com pouca luz também são ótimas para compor a decoração da casa. Você pode colocá-las em cantos estratégicos, prateleiras, mesas laterais ou até penduradas, aproveitando diferentes alturas e criando camadas de vegetação.

Esse tipo de arranjo não só melhora a estética do ambiente como também favorece sensação de acolhimento e tranquilidade, essencial em quartos e salas de estar.

Autor

  • Gabriel Girão

    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redator do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda.

    Contato: [email protected]


Descubra mais sobre Entretê Spin OFF

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Comentários desativados

(function ($) { 'use strict'; var selector = '.smart-head .search-icon'; var options = { items: { src: '.search-modal-wrap', type: 'inline' }, removalDelay: 400, focus: 'input', closeBtnInside: false, closeOnBgClick: false, mainClass: 'search-modal', midClick: true, fixedContentPos: true, autoFocusLast: false }; function mount() { var $target = $(selector); if (!$target.length || !$('.search-modal-wrap').length || !$.fn.magnificPopup) { return false; } $target.each(function () { var $item = $(this); if (!$item.data('magnificPopup') && !$item.data('spinoffSearchReady')) { $item.magnificPopup(options); } $item.data('spinoffSearchReady', true); }); return true; } function retry() { if (!mount()) { window.setTimeout(retry, 250); } } $(function () { retry(); $(document) .off('click.spinoffSearchFallback touchend.spinoffSearchFallback', selector) .on('click.spinoffSearchFallback touchend.spinoffSearchFallback', selector, function (event) { var $item = $(this); if ($item.data('magnificPopup') || $item.data('spinoffSearchReady')) { return; } event.preventDefault(); var attempts = 0; function openWhenReady() { attempts++; if (mount()) { $item.magnificPopup('open'); } else if (attempts < 40) { window.setTimeout(openWhenReady, 250); } } openWhenReady(); }); }); })(window.jQuery);
Desenvolvido por Camillo Dantas