A advogada Daniele Bezerra usou as redes sociais nesta quinta-feira (21/05) para se manifestar após a ordem de prisão contra Deolane Bezerra, em São Paulo. A influenciadora e advogada é alvo da Operação Vérnix, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público paulista.
📱 Confira a publicação feita por Daniele Bezerra:

No pronunciamento, Daniele criticou a exposição pública do caso e afirmou que a irmã estaria sendo alvo de “ilações e narrativas”. A advogada também declarou que a família segue confiando no direito de defesa e na apuração dos fatos.
“Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. Acusar é fácil. Difícil é provar”, escreveu Daniele Bezerra
Daniele Bezerra critica repercussão do caso
No desabafo publicado no Instagram, Daniele Bezerra afirmou que a Justiça não deve ser transformada em espetáculo. A advogada também questionou o que considera um pré-julgamento nas redes sociais, antes da conclusão das investigações.
“Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal. Prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social”, declarou.
A manifestação ocorreu poucas horas depois da deflagração da Operação Vérnix. Segundo informações publicadas pela Polícia Civil, a investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis vínculos com uma organização criminosa.
Família de Deolane Bezerra defende direito de defesa
Ao longo do texto, Daniele também reforçou a inocência de Deolane Bezerra e afirmou que a família não pretende “abaixar a cabeça” diante da repercussão. A advogada disse ainda que quem acompanha a trajetória delas sabe separar fatos de ataques.
A nova ordem judicial reacende a atenção sobre episódios anteriores envolvendo a influenciadora. Em setembro de 2024, Deolane foi presa em Recife durante a Operação Integração, investigação da Polícia Civil de Pernambuco sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
Na época, ela chegou a ser liberada para cumprir prisão domiciliar em sua mansão em Alphaville, com tornozeleira eletrônica e restrição de saída. A decisão, porém, foi revogada após a Justiça apontar o descumprimento de medidas cautelares, incluindo a proibição de se manifestar publicamente.
Deolane voltou à Colônia Penal Feminina de Buíque, no agreste de Pernambuco, e deixou o local novamente em 24 de setembro, após decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco. A liberação ocorreu depois de um habeas corpus aceito pelo desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, que também beneficiou Solange Bezerra, Darwin Filho e outras pessoas citadas na investigação.
No fim do pronunciamento mais recente, Daniele voltou a citar perseguição e afirmou que seguirá confiando na verdade e na Justiça. “Perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome”, finalizou.
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