Glen Powell, galã de Hollywood que ganhou projeção em filmes como Todos Menos Você, Top Gun: Maverick e Twisters, teria ficado em alerta após descobrir uma fã que publica vídeos comendo fotos de seu rosto. O caso ganhou repercussão depois que o ator comentou a situação em entrevista ao The Hollywood Reporter.
📱 Confira o vídeo da fã no TikTok:
@mynameismonique Day 75 of eating a 100% edible photo of Glen Powell until he casts me in one of his movies or tv shows as an extra
♬ original sound – rithu
Segundo o RadarOnline, fontes próximas ao artista afirmam que Powell tem tratado o episódio com humor em público, mas teria se abalado nos bastidores. A fã é conhecida no TikTok como @mynameismonique e teria repetido a ação por pelo menos 80 dias, usando impressões em papel comestível.
Durante a entrevista, Powell contou que a mulher vive em Londres e imprime imagens de seu rosto para comer diariamente. Segundo o ator, a criadora de conteúdo faria isso até conseguir um papel em algum filme dele, o que deixou a situação ainda mais incomum.
“Tem uma mulher em Londres que está imprimindo fotos do meu rosto há 80 dias e comendo o meu rosto todos os dias. Literalmente come o meu rosto até que eu dê a ela um papel em um filme”, relatou Powell.
O astro também relembrou outro episódio que o deixou desconfortável. De acordo com ele, um fã já pediu um autógrafo em uma fotografia que deveria estar apenas nos álbuns de sua família. Na ocasião, Powell questionou como a imagem pessoal havia chegado até uma pessoa desconhecida.
Até onde os fãs podem chegar?
O caso de Glen Powell reacende uma discussão frequente entre artistas que vivem sob grande exposição: o limite entre admiração, insistência e perseguição. A situação relatada pelo ator, envolvendo uma fã que comeria fotos de seu rosto há 80 dias, chama atenção justamente por não ser um episódio isolado no universo das celebridades.
No Brasil, Yasmin Brunet afirmou em abril de 2025 que registraria um boletim de ocorrência contra uma pessoa que, segundo ela, criava diversos perfis para enviar mensagens insistentes e perturbadoras. Na época, a modelo disse no X, antigo Twitter, que já reunia registros das mensagens e que tomaria medidas legais após considerar que a situação havia ultrapassado os limites.
Casos semelhantes também atingiram artistas internacionais. Em março de 2026, Jennie, integrante do BLACKPINK, foi cercada por pessoas pedindo autógrafos durante um passeio em Paris, na França, em seu dia de folga. A cantora chegou a perguntar “Posso viver o meu dia?” e pediu respeito ao próprio espaço, enquanto internautas debatiam se os presentes eram fãs ou pessoas interessadas em revender itens assinados.
A preocupação aumenta quando a aproximação deixa de ser apenas inconveniente e passa a envolver segurança. O príncipe Harry, por exemplo, teria sido perseguido por uma mulher durante passagem por Londres em setembro de 2025, segundo a revista People. Já Daniele Suzuki relatou em fevereiro de 2026 ter sido perseguida por 17 anos por um homem que, segundo ela, enviava áudios, vídeos, PIX e ameaças a pessoas próximas antes de ser preso em Campo Limpo Paulista, em São Paulo.
Esses episódios ajudam a contextualizar o incômodo de Powell. A popularidade pode aproximar artistas do público, mas também cria situações em que a relação entre fã e famoso deixa de ser saudável. Quando há insistência, acesso a informações pessoais ou tentativa de contato repetida, o assunto passa a envolver privacidade, rotina e segurança.
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