A influenciadora Ana Paula Siebert, esposa do apresentador Roberto Justus, voltou a chamar atenção nas redes sociais e na mídia nesta semana após se manifestar sobre a forma como empresários e pessoas com alto poder aquisitivo são percebidos no Brasil.
Durante participação em um evento de moda na noite desta segunda-feira (27), ela falou abertamente sobre o preconceito que acredita existir contra ricos e empresários, gerando debates entre seguidores e internautas.

Em entrevista ao Portal Leo Dias, Ana Paula comentou sobre as críticas que costuma receber nas redes sociais. “A gente não tem como agradar todo mundo. Críticas construtivas e respeitosas estão tudo bem. Eu me apego ao que tem de bom”, disse, destacando que procura concentrar sua energia em mensagens positivas.
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Entenda o caso da fala polêmica
Em entrevista ao influenciador digital Firmino Cortada, Ana Paula afirmou que os empresários deveriam servir de inspiração e não serem vistos como vilões. “Os empresários, eles são muito fonte de inspiração, são admirados, e aqui a gente tem um grupo que olha para os empresários como demônios, como uma coisa ruim. Mas por quê? É o empresário que dá emprego, oportunidade, que tem coragem. Porque é tão apedrejado? Se ele está ostentando, é fruto do trabalho dele”, disse.
A influenciadora ainda comparou o cenário brasileiro com o de outros países. “Isso é muito do Brasil, porque a gente não vê muito disso lá fora”, comentou. Segundo Ana Paula, a cultura nacional tende a encarar o sucesso financeiro de forma crítica, enquanto em outros lugares a trajetória de quem prospera é vista como motivo de admiração.
Em outro momento – é onde entra a polêmica que está movendo as redes sociais – Ana Paula Siebert foi questionada se pessoas ricas sofrem preconceito no país. “Sofre, e eu acho que é uma coisa muito daqui e eu fico triste, porque eu sou apaixonada pelo Brasil”, afirmou.
Ela ainda acrescentou que, apesar das desigualdades, acredita que o sucesso deve servir de incentivo e não de ataque. “A gente vive num país com uma desigualdade muito grande, não tem como negar isso, e é muito triste. Uns não têm o básico, e outros têm demais, mas eu acho que isso tem que ser uma janela para você buscar inspiração e não para ser agredido.”
Assista à entrevista:
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