⚠️ Aviso de conteúdo sensível: este texto aborda temas como violência sexual e abuso contra a mulher. Se você está em situação de violência, ligue 180.
Uma ação de agressão sexual contra o músico Marilyn Manson, de 57 anos, foi reativada nesta semana por um juiz da Califórnia, nos Estados Unidos, cerca de um ano após ter sido rejeitada e arquivada em um tribunal de Los Angeles.
📱Confira fotos de Marilyn Manson, acusado de agressão sexual:
A denúncia, apresentada em maio de 2021 por uma ex-assistente do artista, havia sido arquivada após o juiz Steve Cochran decidir em favor da defesa de Manson. Na ocasião, ele considerou que o caso apresentado havia prescrito.
O pedido de reconsideração e consequente reabertura ocorreu neste mês, por meio de um pedido da autora, Ashley Walters, à Justiça. A ação dela ocorreu logo após entrar em vigor uma lei que abre uma lacuna de dois anos para processos de natureza sexual já prescritos.
“Acredito que a lei reativa a ação. Vocês estão a caminho [do julgamento] novamente”, decidiu Cochran.
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Entenda as acusações de Walters contra Marilyn Manson
A fotógrafa Ashley Walters, que atuou com a Manson Records entre 2010 e 2011, afirma que o artista a abusou e a agrediu sexualmente diversas vezes. Ela relata ainda que o músico lhe mostrou um vídeo no qual abusava de uma menor de idade.
Em um comunicado à agência de notícias AFP nesta terça-feira (27/1), o advogado de Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, disse que o “fato inegável é que Warner nunca cometeu nenhuma agressão sexual”.
“Embora a senhora Walters tenha apresentado várias denúncias, agora irrelevantes, sobre suposto assédio no ambiente de trabalho, ela não tem nenhuma ação pendente por agressão sexual segundo a definição do código penal, como seria exigido nos termos da nova lei […]”
Howard King, advogado de Marilyn Manson.
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