
Enquanto aguarda julgamento por crimes sexuais, Sean “Diddy” Combs enfrenta mais uma grave acusação. Phillip Pines, ex-assistente executivo sênior do rapper, relatou que foi coagido a ter relações sexuais como uma forma de demonstrar lealdade ao artista.
A revelação foi feita no documentário The Fall of Diddy, que investiga as denúncias contra o magnata da música. Segundo Pines, o episódio ocorreu durante uma festa promovida por Diddy, quando o cantor o abordou, colocou as mãos em seus ombros, fez uma breve massagem e entregou-lhe uma camisinha antes de empurrá-lo em direção a uma convidada.
Ex-funcionário descreve rotina
“Eu me lembro das palavras: ‘Prove sua lealdade a mim’”, disse o ex-assistente, que, embora tenha afirmado que o ato foi consensual, admitiu ter se sentido intimidado e temer represálias caso recusasse. Pines classificou Diddy como um “predador” e revelou que o cantor sabia como manipular as pessoas ao seu redor.
Além desse relato, o ex-funcionário descreveu a rotina das festas do rapper, conhecidas como Wild King Nights, realizadas em quartos de hotel. Ele disse ser responsável por fornecer itens como álcool, drogas, lubrificantes e até dispositivos eletrônicos, além de limpar resíduos biológicos e deixar gorjetas para funcionários do hotel, a fim de evitar denúncias.
Pines também alertou para a presença recorrente de mulheres jovens nos eventos organizados pelo cantor. “Muitas vezes, havia uma diferença de poder evidente. Mulheres impressionáveis eram mais fáceis de serem influenciadas”, afirmou.
A denúncia de Phillip Pines se soma a outras acusações já feitas contra Diddy, que está preso desde setembro do ano passado. O caso segue ganhando repercussão, enquanto o ex-assistente reforça seu testemunho contra o artista.
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