Felipe Neto polemiza ao falar de candidatura de Datena para presidente

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Parece que o youtuber Felipe Neto não gostou nada de saber da candidatura do apresentador José Luiz Datena para presidente do Brasil em 2022. O artista fez questão de expor sua insatisfação com o assunto.

Em seu perfil do Instagram, Felipe mostrou indignação ao saber dos números de possíveis eleitores de Datena na próxima eleição. O artista refletiu sobre a possibilidade do resultado ser verídico.

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“11% dos eleitores brasileiros dizem hoje que vão votar em Datena para presidente da República. Tem hora que a esperança parece realmente inútil para o nosso país”, detonou no Twitter

Não demorou muito para que o comentário de Felipe viralizasse na rede social, rendendo diversas mensagens igualmente revoltosas dos seguidores. “O povo vota no Datena e não vota no Ciro, eu tô chocada!”, reclamou um.

“Curiosamente o Datena tem menos a responder, ou se justificar, pro Brasil do que Lula e Bolsonaro… Então como condenar quem quer votar nele?”, questionou outro internauta. “Cara, tô quase jogando a toalha… Essa do PT lançar o Zé de Abreu, pra mim como mulher, foi o fim do fiapo da esperança”, lamentou outro sobre mais uma possibilidade.

Planos de candidatura

Desde que anunciou sua pré-candidatura, José Luiz Datena chamou atenção com o assunto. A fim de tirar duvidas dos admirados, ele falou que sua entrada na política ainda não está totalmente definida.

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“Na verdade, se eu tiver que concorrer para algum cargo político, por enquanto eu fui lançado candidato à presidência da República pelo PSL, mas apareceram mais dois caras do DEM, que é o Mandetta [Luiz Henrique Mandetta] e o o Pacheco [Rodrigo Pacheco]”, disse. “O partido tem que escolher”, afirmou.

O apresentador do Brasil Urgente afirmou que nada está totalmente certo, principalmente por conta da burocracia partidária. Ele ainda contou que o impasse em sua candidatura ainda pode atrapalhar seu trabalho na Band.

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“Sendo eu candidato como presidente, governador ou ao Senado, primeiro eu tenho que ser escolhido por esse partido grandão [União Brasil], que tem muito dinheiro e tem muito tempo de TV. Não me interessa o dinheiro do partido ou o tempo de TV”, frisou.

“Se eu for candidato à Presidência, eu não posso continuar na Band. Se eu for candidato ao governo, eu não posso continuar na Band mais. Se eu ganhar, se eu perder eu posso. Candidato ao Senado parece que eu posso continuar fazendo as duas coisas. Eu tenho que, legalmente, deixar a televisão três meses antes de ser candidato”.

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