Gil do Vigor diz algo divertido que fez com briga com Pocah

O ex-BBB Gil do Vigor, de 30 anos de idade, tem divido com os seus seguidores a sua jornada ao fazer o tão sonhado doutorando, nos Estados Unidos. Em sua conta oficial do Instagram, o pernambucano disse que durante uma aula acabou mostrando o vídeo da briga em que teve com a Pocah no reality show, onde ficou marcado a frase dita pelo economista “não vim do lixo pra perder pra basculho”.

“Estou fazendo curso de inglês e na aula era para falar algumas expressões do seu país, do seu idioma, que não era conhecida de alguma forma, que não faça sentido mesmo no seu idioma. Eu falei: ‘Não vim do lixo para perder para basculho’. Traduzi em inglês e ensinei para todo mundo em inglês. Eles adoraram, disse ele.

Morou na rua

Recentemente, Gil do Vigor participou do Criança Esperança da TV Globo e fez uma revelação. Na ocasião, o economista acabou se emocionando ao recordar a época em que teve que morar na rua.

“Eu também cheguei a ficar nas ruas, e é um sentimento muito ruim você olhar para as pessoas e não saber como vai comer, como vai chegar a algum lugar e a perspectiva que a gente tem do futuro… Hoje, eu nem acredito no que eu vivo”, disse ele, que foi as lágrimas.

“A educação é minha vida, foi o que me fez seguir. Fez com que eu acreditasse que pudesse sonhar, porque, para algumas pessoas, o sonho é algo muito caro. Sabia que a educação poderia transformar minha vida. Estar aqui hoje, falando sobre isso, e sabendo que sábado (dia 28/8) eu vou para o meu PhD, vem um filme na minha cabeça porque fui aluno de escola pública”, desabafou.

Representatividade

Há pouco tempo, Gil do Vigor participou do programa Papo de Segunda, do GNT. Na ocasião, o economista disse que a sua participação no reality show global foi de extrema importância para a causa LGBTQIA+:

“A gente grita, grita, mas parece que ninguém ouve. Isso era o que eu queria falar dentro do Big Brother. É o que eu falo agora e vou falar pra sempre. Precisamos dar voz pra todos os Gils que vivem no anonimato. Que sofrem, que apanham, que lutam, que gritam muito, gritam muito alto, mas não tem pessoas pra ouvir”, desabafou.

“Eu quis trazer voz dentro do programa. Essa era meu objetivo. Esse foi meu prêmio. Trazer voz pra aquele que grita grita grita e não tem recurso. É importante a gente acabar com isso. E dá proteção, dá meio. Várias vezes na igreja, na universidade, em outros lugares, sofri ataques e não tinha para quem recorrer. Vou recorrer para quem? Tenho que chegar no trabalho 8h, sair 17h, ir para a faculdade 18h. Então assim, é aguentar calado e esperar, não tem muito como recorrer”, disse ele.

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