
Nesses últimos dias, a apresentadora Adriane Galisteu, revelou que convive com uma doença autoimune: a otosclerose. Apesar de ser comunicadora e poder falar de diversos assuntos, no começo quando soube do diagnóstico, ela tinha medo de falar para as pessoas, que vive com essa condição.
Em entrevista recente para a CARAS Brasil!, Adriane Galisteu relembrou sobre esse período de sua vida, e falou sobre a condição, na qual, a doença deixa, sendo degenerativa e hereditária, que afeta o ouvido médio e interno, causando a formação de ossos anormais que dificultam a transmissão do som. E antes de saber disso, a apresentadora gostaria de ter mais outro filho, porém os médicos a alertaram que as alterações que a gestação trás, poderiam afetar sua audição:
“Eu queria muito até a questão da minha doença. Eu descubro que eu tenho uma otosclerose, uma doença autoimune que eu não sei como isso aconteceu comigo. Tem alguns médicos que acreditam que é uma reação ao hormônio feminino e outros médicos que acreditam ser genético. Na minha família, como as pessoas morreram muito cedo, eu não sei dizer se é genético”
Declarando ter ficado envergonhada de assumir que tem a doença, a comunicadora revela que escondeu o diagnóstico de otosclerose, inclusive do próprio marido Alexandre Iódice, porque sentia vergonha da condição ser um motivo para afirmar que estaria envelhecendo, não querendo aceitar isso.
Porém, com o tempo, ela resolveu contar sobre essa condição, e mencionou que até recebeu apoio de muitas mulheres, que também convivem com a otosclerose.
Doença de Adriane Galisteu não possui cura
Recentemente, a apresentadora Adriane Galisteu contou que convive com essa doença autoimune chamada: otosclerose, onde essa patologia é degenerativa e hereditária, acabando afetando os ossículos do ouvido médio e interno, que pode causa na perda da audição.
Entendendo melhor sobre o diagnóstico, a coluna Contigo!, conversou com a geneticista Fernanda Ayala, que de acordo ela, a doença costuma afetar mais mulheres jovens, e os fatores genéticos e hormonais, podem desempenhar um papel importante no desencadeamento da patologia:
“Os sintomas incluem dificuldade para ouvir sons baixos, zumbido e, em alguns casos, sensação de pressão no ouvido. Apesar de ser uma doença progressiva, o diagnóstico precoce pode frear sua evolução e oferecer mais qualidade de vida ao paciente”
Segundo a doutora, para descobrir se tem a doença, é necessário fazer alguns exames, como por exemplo, a audiometria e tomografia, além de passar por um médico especialista nesse assunto. Já, quanto ao tratamento, poderá ser indicado aparelhos auditivos, medicamentos ou até cirurgia, dependendo da gravidade do caso.
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