
Nesta quarta-feira (17), Ana Hickmann não conseguiu segurar as lágrimas ao relembrar um momento traumático durante uma palestra no instituto Ressoar. A apresentadora do programa “Hoje Em Dia” falou sobre a agressão sofrida por seu ex-marido, destacou que a situação se tornou tão grave que até seu filho de 10 anos, estava em risco.
“Eu tentei sair desse relacionamento tóxico, tentei sair de uma situação que não me fazia bem e que começou a colocar o meu filho em perigo também… Mas sempre vem uma pessoa dizendo para não fazer isso porque iria acabar com a minha família“, desabafou Ana, agora noiva do cozinheiro e apresentador Edu Guedes.
Ela compartilhou como o exemplo da vida de sua mãe influenciou suas escolhas:
“Eu achava que o ocorrido com minha mãe jamais iria acontecer comigo… Eu casei, minha vida foi seguindo e muitas coisas foram acontecendo”. Ana Hickmann também comentou sobre uma foto que mostrava um hematoma:
“Na semana que a marca desse braço aconteceu, em novembro de 2023, foi o dia que pedi socorro… Eu nunca trouxa essas imagens para ninguém”, revelou.
Durante a palestra, Ana deixou um recado de alerta: “Quis compartilhar isso para mostrar que não importa o endereço, conta bancária, nome de família, cor de pele… Não há nada que nos diferencie porque passamos pelas mesmas coisas. Pode mudar o nome do agressor, mas o resto continua igual”, afirmou.
Ana Hickmann comprova falsificação de assinaturas e vitória envolve a Record
Ana Hickmann conquistou mais uma vitória significativa após o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) confirmar que a assinatura da apresentadora foi falsificada em vários documentos.
De acordo com o colunista Gabriel Perline, da revista Contigo, a Justiça de São Paulo rejeitou o pedido de arresto e penhora de ativos financeiros movido por uma cooperativa de crédito.
A Sicred havia solicitado a apreensão dos bens e ganhos de Ana, incluindo o salário que ela recebe da Record TV. Além dela, Alexandre Correa e a empresa do ex-casal também foram mencionados.
No entanto, o Tribunal de Justiça rejeitou o pedido por enquanto, advertindo que a instituição financeira pode ser penalizada se entrar com “recurso infundado ou manifestamente incabível“.
Durante uma sessão virtual na 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz decidiu que a exclusão da penhora de ativos não impede a reanálise do processo judicial.
“Quando apreciadas judicialmente as alegações de ambas as partes a respeito da suficiência do bem indicado à penhora,” afirmou um trecho do processo, indicando que a situação ainda pode ser revisitada judicialmente.
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