André Valadão, causou polêmica e falou sobre a área VIP das igrejas Lagoinha. Líder da Lagoinha Global, com sede em Belo Horizonte (MG), e também da Lagoinha Orlando Church, nos Estados Unidos, ele respondeu à curiosidade de um seguidor em seu perfil nas redes sociais, que questionava o motivo de existir um espaço reservado no templo.
Em sua resposta, André Valadão começou explicando o significado de VIP, que é a sigla para “Very Important People” (pessoas muito importantes, em português). Ele ressaltou que, dentro da igreja, ninguém é superior a ninguém, mas justificou a criação desse setor. Segundo ele, há pessoas que, devido a razões pessoais ou públicas, não têm mais o privilégio de frequentar os cultos de forma comum ou sentar-se onde desejam. “Agradeça a Deus se você pode ir à igreja e se sentar onde quiser sem ser filmado, fotografado, assediado ou ameaçado”, completou o pastor, destacando que esse espaço atende pessoas que ainda desejam participar dos cultos, apesar dessas limitações.
A Lagoinha Orlando, que tem um público majoritariamente formado por brasileiros, já recebeu diversas personalidades famosas. Entre elas, estiveram Silvio Santos, acompanhado de sua esposa Iris Abravanel e das filhas Daniela e Rebeca; o narrador Galvão Bueno; o ex-jogador Kaká; o cantor Latino; e os cantores Wesley Safadão e Simone Mendes. Até mesmo o ex-BBB Arthur Aguiar já esteve presente no local.
Antes de André assumir a liderança, a sede da Lagoinha em Belo Horizonte era comandada por seu pai, o apóstolo Márcio Valadão.
Relembre a polêmica envolvendo André Valadão e a comunidade LGBQIAPN+
Em julho de 2023, durante um culto na Igreja Batista da Lagoinha em Orlando, Estados Unidos, André Valadão afirmou que, se pudesse, “Deus mataria” a população LGBTQIA+ e “começava tudo de novo”. Ele também incentivou seus fiéis a “irem para cima” da comunidade.
Essas declarações geraram forte repercussão negativa. O Ministério Público Federal no Acre iniciou uma investigação para apurar possível prática de homofobia por parte do pastor. Além disso, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou uma representação junto ao Ministério Público de Minas Gerais, solicitando investigação sobre o caso.
Em resposta às críticas, Valadão afirmou que suas declarações foram baseadas em passagens bíblicas, especificamente no livro de Gênesis, e que não tinha a intenção de incitar violência contra qualquer grupo. No entanto, suas falas continuaram a ser alvo de críticas por associações de direitos humanos e pela comunidade LGBTQIA+
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