
Nesta quinta-feira (10), Deborah Secco, de 45 anos, meditou sobre poligamia e monogamia. A atriz, que iniciou um relacionamento com o produtor musical Dudu Borges no final de março, discutiu as normas de um relacionamento aberto e revelou a razão pela qual perdoou infidelidades em outras relações.
Durante o programa Sem Censura, do Canal Brasil, ela foi questionada sobre relações abertas – que podem envolver a permissão para beijar ou ter relações sexuais com indivíduos fora do relacionamento – e respondeu: “Até mesmo em relações poligâmicas pode haver traição”. Juntamente com a pesquisadora Mariana Ribeiro, ponderaram sobre algumas ‘condições’ que podem ser estabelecidas neste tipo de relação.
“Quando uma pessoa é exclusiva e beija outra, o parceiro afirma: ‘você não me ama, não me respeita'”, começou a atriz de novelas. “Não sou suficiente para você, não consigo dar conta do recado”, concluiu Deborah. As duas concordaram que não há alguém capaz de ‘atender a todos os anseios’ de uma pessoa.
“Acho que a juventude tem um olhar para o afeto que me enche de esperança. Um olhar mais honesto, menos pré-conceitos… Sou uma pessoa que cresci com a história do amor romântico. Quanto ele custa para a gente? Quantos relacionamentos tóxicos nascem com histórias de príncipes encantados?”, questionou ela.
A psicanalista afirmou que a poligamia não é ‘terra sem lei’, mas sim relações que tem combinados diferentes. Entre eles, Deborah apontou: “Cada relacionamento aberto tem suas regras. Pode transar [com outro?], pode beijar? Isso conta [como traição], ou não conta? Com quem? Ou beija só quando estiver junto, ou só beija quando estiver separado”.
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