Eddie Murphy abriu o coração como raramente faz. No novo documentário da Netflix, Being Eddie, o comediante revela um lado pouco visto de sua trajetória, o da vulnerabilidade. A produção, que estreia nesta quarta-feira (13), percorre cinco décadas de carreira e traz depoimentos de nomes como Dave Chappelle, Chris Rock, Kevin Hart e Jerry Bruckheimer.
🎬 Confira o trailer na íntegra!
Entre os momentos mais emocionantes, Murphy fala sobre a relação com o irmão mais velho, Charlie Murphy, que morreu em 2017, vítima de leucemia.
“Eu penso no Charlie todos os dias, ele é uma presença constante”, contou o astro. O documentário mostra imagens de arquivo e até pinturas da infância dos dois, destacando a influência do irmão em sua vida e carreira.
Murphy também admite que o filme registra algo inédito: um breve momento em que se permite ser completamente vulnerável. “É a única vez em 50 anos de carreira que você me vê totalmente exposto. Dura dois segundos, mas é o suficiente para sentir”, revelou.
O ator relembra ainda o início da carreira, quando enfrentou críticas duras e racismo na imprensa. “No começo, me atacavam muito. Achei que era cruel e, às vezes, racista. Isso me fez parar de dar entrevistas cedo”, contou.
Apesar das avaliações negativas de críticos como Siskel & Ebert, filmes como Um Tira da Pesada e Um Príncipe em Nova York se tornaram sucessos de bilheteria e consolidaram o nome de Murphy como um dos maiores astros de Hollywood. “Esses filmes mudaram a percepção. Mostraram que um ator negro podia liderar produções de sucesso mundial”, refletiu.
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