
O ex-BBB Eliezer, fez um desabafo em suas redes sociais, após ter sido criticado por participar de uma expedição do grupo, Legendários, que seria um movimento cristão, que de acordo eles, seria estar em “busca a transformação de homens, família e comunidades por meio de experiência que levam os homens a encontrar a melhor versão”, e por conta disso, veio sendo assunto na web.
Em seu feed do perfil do Instagram, Eliezer compartilhou um vídeo, na qual escreveu na legenda: “Não deboche e nem critique a fé do outro. Fé se vive. Fé transforma. Fé não se explica”, e nele, explicou o motivo por qual recusou diversas entrevistas para comentar sobre o grupo, afirmando por fim:
“Eu não quis falar, e muitas pessoas pensaram que era porque eu tinha me arrependido, por conta da repercussão negativa, das críticas e deboches feitos por anônimos e famosos. Não falei antes porque eu acredito que fé não se explica. Não tenho que dar o posicionamento da minha fé. O único posicionamento que tenho está aqui do lado do meu quarto, dentro do berço, vivo, com saúde”
Com isso, vale ressaltar que, seu filho caçula, Ravi, fruto de seu relacionamento com a Youtuber, Viih Tube, esteve 19 dias dias internado, com um diagnóstico de enterocolite, que afeta o intestino, e emocionado, explicou seus motivos.
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Entenda o que é Legendários, movimento aderido por Eliezer
Nos últimos dias, o ex-BBB Eliezer, veio sendo criticado nas redes sociais, por participar de um movimento moderno no cristianismo, o Legendários, no qual, apesar do movimento não se encaixar em nenhuma religião especificam, vem enquanto alguns famosos do Brasil, como por exemplo, além dele, nomes como: Thiago Nigro, Kaká Diniz e Neymar pai, que participam.
No caso, o Legendários, trata-se de um movimento cristão para homens que busca a transformação masculina e familiar através de uma espécie de retiro espiritual ao ar livre. De acordo o pastor Ricardo Weiler, o movimento não: “está falando de religião nenhuma”, mas que expedições dele, são feitas pregações religiosas.
Entretanto, o movimento em si, foi criado pelo Chepe Tupzu, em 2015, na Guatemala, mas que futuramente, chegou ao Brasil em 2017, e hoje em dia, ele se passa em 13 países, 70 municípios e já teve aproximadamente, 52 mil inscritos. Além disso, a ideia é que façam uma “transformação de homens, famílias e comunidades” através de atividades que: “levam os homens a encontrar a melhor versão de si mesmos e seu novo potencial”.
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