Ellen Pompeo, ex-atriz de Grey’s Anatomy, abriu o coração ao falar sobre uma conversa privada que teve com Eric Dane, seu ex-colega, pouco depois de saber que o ator havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Assim que soube do diagnóstico, mandei uma mensagem dizendo: ‘Estou aqui se você quiser conversar’. Meu telefone tocou cerca de 30 segundos depois.
Ellen Pompeo.
A atriz participou, por meio de uma mensagem gravada, do ALS Network Champions for Cures & Care Gala, realizado no dia 24 de janeiro, onde compartilhou detalhes do contato entre os dois. Durante o depoimento, Ellen destacou o carinho e o apoio oferecidos ao amigo.
“Eu disse que ajudaria no que fosse preciso, da forma que eu pudesse. Eu te amo. Tenho muito orgulho de você e me sinto honrada por poder falar sobre você hoje”, declarou.
A atriz também relembrou com leveza a chegada de Eric Dane à série médica, quando ele estreou na segunda temporada como o icônico Dr. Mark Sloan, apelidado pelos fãs de “McSteamy”. “Quando ele entrou na série, tivemos uma química elétrica imediata. Eu me apaixonei por ele na hora”, disse, arrancando risos da plateia.
Eric Dane, que tinha presença confirmada no evento e receberia um prêmio acabou cancelando a participação. Segundo a organização do gala, o ator não estava “fisicamente apto para comparecer” devido às limitações impostas pela progressão da ELA.
O ator tornou público seu diagnóstico em abril de 2025 e, desde então, tem falado abertamente sobre a condição. Em setembro do mesmo ano, ele foi visto em uma cadeira de rodas em um aeroporto nos Estados Unidos e aproveitou o momento para tranquilizar fãs preocupados. “Mantenham a fé”, disse ele em um vídeo que circulou nas redes sociais.
Mesmo enfrentando a doença, Eric Dane já afirmou que não pretende abandonar a carreira artística. Pai de duas filhas, o ator segue determinado a continuar trabalhando e usando sua visibilidade para conscientizar o público sobre a ELA.
O que é ELA?
ELA é uma doença neurológica degenerativa e progressiva que afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos voluntários. Com o tempo, a pessoa perde força muscular, a capacidade de falar, engolir e se movimentar, mas as funções cognitivas geralmente permanecem preservadas. Ainda não há cura, e o tratamento é focado em qualidade de vida e controle dos sintomas.
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