Whindersson Nunes surpreendeu o público ao revelar, durante entrevista ao Fantástico, que foi diagnosticado com superdotação enquanto passava por uma clínica de reabilitação para tratar dependência de álcool. O comediante teve seu QI mensurado em 138, muito acima da média nacional. Segundo ele, o diagnóstico o ajudou a entender sentimentos de tristeza e isolamento que o acompanham desde a infância.

Descoberta mudou visão do humorista sobre sua trajetória emocional
Durante o tratamento, Whindersson foi submetido a uma bateria de testes e, para surpresa dos especialistas e do próprio artista, foi diagnosticado com altas habilidades cognitivas, o que trouxe luz a comportamentos e sensações que o ator não compreendia.
Aos 30 anos, Whindersson Nunes revelou que seu QI é de 138 valor consideravelmente acima da média brasileira, que gira em torno de 96. O diagnóstico aconteceu durante sua internação em uma clínica para tratar dependência de álcool. Em entrevista ao Fantástico, o comediante afirmou que sempre se sentiu deslocado e que esse sentimento de melancolia o acompanhava desde pequeno. “Depois disso, entendi por que me sentia de tal forma”, disse.
Durante a internação, a equipe médica percebeu comportamentos que levantaram suspeitas de altas habilidades. Foi então que aplicaram testes mais específicos, confirmando a superdotação. Whindersson contou que usava as artes como uma maneira de lidar com suas emoções e que, agora, entende melhor o funcionamento de sua mente. A especialista entrevistada pela reportagem destacou que o artista possui forte consciência existencial e criatividade traços comuns entre superdotados.
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Apesar da descoberta, ele revela que as dificuldades persistem: “Quase nunca as vantagens superam as desvantagens. Mas agora eu me entendo melhor e posso me preparar para os momentos difíceis”.
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