Sophia Raia, filha de Claudia Raia e Edson Celulari, se manifestou sobre a polêmica envolvendo uma declaração da mãe. Em entrevista ao portal Leo Dias, a jovem de 22 anos foi questionada sobre o assunto, que gerou grande repercussão na internet.
A controvérsia teve início quando Claudia revelou, durante uma entrevista a um canal de televisão português, que presenteou a filha com um vibrador aos 12 anos para incentivar o autoconhecimento. A fala dividiu opiniões e recebeu críticas nas redes sociais.
Ao ser perguntada sobre o tema, Sophia minimizou a polêmica e destacou a importância do diálogo aberto dentro da família. “Acho que isso, na verdade, traz uma mensagem muito maior: fala sobre ter uma relação aberta, um diálogo sincero dentro de casa. Minha mãe tem o jeito dela”, afirmou.
A jovem também reforçou sua visão sobre o episódio: “Ela disse o que disse, mas acredito que a gente precisa enxergar um significado mais profundo nisso tudo”.
Claudia Raia fala sobre a derrota de Fernanda Torres no Oscar
A vitória de Mikey Madison, 25 anos, na categoria de Melhor Atriz no Oscar 2025 gerou controvérsia entre alguns nomes da indústria, incluindo Claudia Raia. A atriz usou suas redes sociais para expressar sua insatisfação com o resultado, levantando suspeitas de etarismo por parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
A crítica de Claudia se deu especialmente pela derrota da brasileira Fernanda Torres, 59, indicada por seu trabalho em Ainda Estou Aqui, e de Demi Moore, 62, concorrendo pela primeira vez ao prêmio. Madison levou a estatueta por seu papel em Anora, desbancando nomes experientes da indústria.
“Não ia falar, ia ficar quietinha porque a Nanda pediu que a gente só mandasse amor, mas não estou conseguindo. Achei muito, muito injusto o prêmio de Melhor Atriz do Oscar”, desabafou Claudia.
A atriz reforçou sua insatisfação ao mencionar a derrota de Moore. “Perder para a Mikey não dá. Demi Moore perder para ela… realmente não dá. Estamos falando de qualidade de trabalho, de maturidade cênica, de talento“, pontuou.
Para Claudia, a escolha da Academia reforça um padrão excludente. “Os melhores trabalhos desta temporada foram de mulheres acima dos 50. A indústria cinematográfica vai ter que olhar para isso. Como é que vai ser?”, questionou. “De repente, quem ganha é uma menina de 25 anos que tem um trabalho OK e está fazendo uma prostituta romantizada. É etarista ou não é? Estamos falando da posição da mulher nesse lugar”, afirmou.
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