
A influenciadora Giovanna Ewbank, compartilhou nesta última quarta-feira em sus redes sociais, um apelo sobre empatia, falando sobre o impacto que certos tipos de comentários de aparência, podem causar para a pessoa, em sua saúde mental. A apresentadora contou que foi alvo de alguns deles, e decidiu deixar um recado para seus fãs.
Em seu feed do perfil do Instagram, Giovanna Ewbank publicou um vídeo, com a legenda: “Que tal comentarmos com mais cuidado e compaixão ao próximo? Esse já seria um grande passo pra uma comunidade menos doente e hostil não acham??”, e na gravação, ela aparece explicando uma certa situação na qual acabou passando, deixando uma alerta:
“Esses dias eu recebi no Instagram uma mensagem que dizia assim: ‘Nossa, o que aconteceu com seu maxilar? E aí depois dessas mensagens vieram várias outras embaixo, né?… Normalmente, junto delas, costumo receber assim: ‘Exagerou na harmonização, hein? Que horror, parece um homem’. Isso pra citar só alguns dos julgamentos que vejo no Instagram”
E alertando seus fãs, ela ainda deixou em um trecho de sua declaração:
“Mesmo que hoje eu consiga me entender como uma mulher bonita, imagina se eu não estivesse nessa fase? Eu já tenho o discernimento de olhar e me questionar: pra que essa mensagem? É pra cutucar? É pra machucar mesmo? Já me machucou muito”
Veja vídeo:
View this post on Instagram
“Essa vitória acontece por sermos brancos”, disse Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso após vitória pela Justiça portuguesa
Os artistas Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, compartilham em seus feed’s do perfil do Instagram, um texto em celebração da vitória pela Justiça portuguesa, que condenou Adélia Barros por racismo. A ação foi referente a um caso ocorrido dois anos atrás, quando Bless e Titi (filhos do casal), foram vítimas do preconceito pela cor.
Na publicação, ambos deixaram uma mensagem falando sobre a consciência negra, lembrando de uma herança escravocrata que herdamos, e comemoraram mais uma vitória contra o racismo, alertando de que casos como esse, precisam ser falados, e que precisamos lutar contra o preconceito:
“Assim como já dissemos, mas precisamos repetir: sabemos que essa vitória acontece por termos visibilidade e por sermos brancos. Sabemos que somos mais ouvidos que quaisquer mãe ou pai negros que ainda são silenciados. Sabemos. E não podemos parar – principalmente se o nosso privilégio fizer diferença numa luta. É esse o nosso papel, é esse o papel da branquitude”
Dito isso, de acordo o jornal Público, Adélia Barros foi condenada pelo Tribunal de Almada, a oito meses de prisão, e ainda, na condenação, o juiz determinou uma indenização de 14 mil euros (cerca de R$ 85 mil) por danos morais, que segundo o jornal, o valor é um pouco menos do que a metade pedida no processo (35 mil euros). Entretanto, ela poderá cumprir em liberdade, desde que, não cometa o mesmo crime durante quatro anos.
View this post on Instagram
Descubra mais sobre Entretê Spin OFF
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




