
Nesta quarta-feira (29 de janeiro), celebra-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans, onde nesta data, reforça a luta e as conquistas da comunidade trans LGBT do Brasil, e a atriz e comediante Nany People, pioneira da comunidade, aproveitou a ocasião para refletir sobre sua trajetória, ressaltando a importância desse movimento.
Em entrevista à revista Quem, para falar sobre a visibilidade trans, a artista afirmou:
“É muito bom ter um dia em que a gente possa falar e celebrar isso, sobre a visibilidade trans no país, que, infelizmente, continua sendo um dos que mais fazem vítimas dentro da própria comunidade. No meu caso, me sinto uma sobrevivente, uma vencedora. Este ano, completo 60 anos, trabalhando no que me propus a fazer: arte e teatro. Sou muito agradecida à vida, ao palco que me recebeu tão bem e às pessoas que endossam o meu trabalho”
Nany People também reforçou sobre a necessidade de ter uma maior inclusão das pessoas trans, no mercado de trabalho, declarando ser algo fundamental de se conversar, em ter profissionais trans, que tem o conhecimento específico, garantindo seu espaço e reconhecimento em sua área de atuação dentro da sociedade.
Entretanto, fora isso, a famosa atualmente, está em cartaz com um monólogo, de nome Como Salvar um Casamento, onde aborda algumas relações amorosas contemporâneas de tema LGBTQIA+, e está em temporada no Teatro Mooca em São Paulo, até o dia 27 de fevereiro.
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Nany People vibra com espetáculo nos EUA
Este ano de 2025, chegou com tudo para a atriz e humorista Nany People, onde acabou de retornar de uma temporada de sucessos no Estados Unidos, com sua peça TsuNANY, e em entrevista concedida a revista CARAS Brasil, ela confessou sobre o assunto.
Em sua passagem pelo país à fora, a famosa se apresentou nas cidades de Atlanta, Miami, Danbury e Boston, e foi acompanhada pela produtora AT Stage, e ainda celebrou o sucesso com a peça em terras estadunidenses, mesmo reforçando de que sua jornada não foi nada fácil:
“Levar um espetáculo para fora do Brasil é sempre uma verdadeira epopeia. Enfrentamos desafios variados, como a diversidade geográfica de locais que não conhecemos bem, as barreiras burocráticas, especialmente nos Estados Unidos, onde trabalhar não é nada simples, e também as adversidades climáticas”
Contudo, apesar dos desafios, a artista celebrou por fim:
“Acredito que plantamos sementes para voltar aos Estados Unidos, talvez até no verão, que é uma época mais favorável para o público sair e se locomover, evitando os problemas causados pelo clima”.
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