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O rapper Sean ‘Diddy’ Combs, mais conhecido como P. Diddy, teve sua data de soltura adiantada pela 2ª vez desde a sua condenação em outubro de 2025. Conforme dados do Departamento Federal de Prisões, a nova data para sua liberação será em 23 de fevereiro de 2028.
Condenado a quatro anos e dois meses de prisão (50 meses) por duas acusações de transporte para fins de prostituição, a data original de saída da prisão federal em Nova Jersey era em 04 de junho de 2028. Anteriormente, uma revisão já havia remarcado a soltura para 15 de abril de 2028.
O orgão responsável pelo controle de presos não comentou o motivo da mudança acerca do status de P. Diddy. De acordo com o Departamento, não são discutidas “condições de confinamento de nenhum indivíduo, incluindo planos de reintegração social”.
Apesar disso, entre as hipotéses comuns para a antecipação da soltura e mudanças de datas incluem bom comportamento e créditos de horas obtidos através de programas e atividades aprovadas. Os advogados do músico ainda contestam sua condenação.
Relembre o caso P. Diddy
Um dos grandes nomes da música estadunidense e do rap nos anos 90 e 2000, Sean ‘Diddy’ Combs foi condenado, em outubro de 2025, pelo Tribunal Federal de Nova York, a quatro anos e dois meses de prisão. O artista, preso em setembro de 2024 e mantido sob custódia até o julgamento enfrentou cinco acusações, sendo inocentado em três.
- Conspiração para extorsão. Resultado: Inocentado
- Tráfico sexual por meio de força, fraude ou coerção. Resultado: inocentado.
- Tráfico sexual por meio de força, fraude ou coerção. Resultado: inocentado.
- Transporte com fins de prostituição. Resultado: condenado.
- Transporte com fins de prostituição. Resultado: condenado.
O júri considerou Diddy culpado em dois episódios de transporte de mulheres com fins de prostituição, envolvendo sua ex-namorada Cassie Ventura e outra testemunha identificada como “Jane”. Ele, no entanto, foi inocentado das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para extorsão
Além de rapper, Diddy foi responsável por revelar artistas consagrados na música como Usher, Mary J. Blige e Notorious B.I.G.. À época do julgamento, horas antes da sentença, ele escreveu uma carta ao juiz. No comunicado, pediu desculpas às vítimas e afirmou que suas ações foram“nojentas, vergonhosas e doentias”.
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