
O lançamento do livro “O Lado B” de Boni, no Rio de Janeiro, virou o centro das atenções, mas não apenas pelo prestígio do evento. Um verdadeiro “climão” tomou conta do local, e a protagonista dessa tensão foi a atriz Regina Duarte.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, a presença de Regina no evento incomodou diversos artistas, incluindo seu ex-marido, o renomado diretor Daniel Filho.
Regina Duarte e Daniel Filho foram casados por apenas um ano, mas, segundo fontes da jornalista, o desconforto de Daniel com a atriz tem raízes profundas, ligadas à trajetória política dela, especialmente ao período em que Regina assumiu um cargo no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A presença dela no evento reacendeu antigas rusgas, e Daniel não conseguiu disfarçar seu desgosto.
Um dos momentos mais comentados foi quando Regina se aproximou para cumprimentar Daniel. A reação do diretor foi de evidente irritação. Para ele, ser visto ao lado da atriz parecia ser algo extremamente indesejável, a ponto de considerar isso uma “queimação de filme“.
Fontes afirmam que apenas a atriz Nívea Maria se dispôs a conversar com Regina espontaneamente, enquanto o restante dos artistas presentes preferiu ignorá-la.
O clima tenso se agravou quando algumas celebridades solicitaram aos fotógrafos que, caso fossem fotografados ao lado de Regina, as imagens não deveriam ser divulgadas.
A situação reforçou o isolamento de Regina no evento e refletiu as consequências de sua escolha política, que culminou no rompimento de um contrato de quase 60 anos com a TV Globo para assumir a Secretaria Especial de Cultura no governo Bolsonaro.
O lançamento de “O Lado B“, que prometia ser uma celebração, acabou sendo marcado por um desconforto palpável, evidenciando as divisões e as mágoas que ainda persistem no meio artístico.
Regina Duarte assume arrependimento após aceitar cargo de Bolsonaro
Regina Duarte abriu o coração em recente entrevista ao jornal Folha de São Paulo, revelando que, atualmente, não aceitaria mais nenhum cargo público no governo. A atriz, que assumiu a Secretaria de Cultura no governo de Jair Bolsonaro em 2020, por apenas 74 dias, refletiu sobre sua breve passagem pelo cenário político e as decisões que tomou na época.
Conhecida por seu espírito aventureiro, Regina admitiu que sua escolha de ingressar na política foi movida por um desejo de se desafiar e aprender. “Eu sempre tomei e tomo as minhas decisões.
Sou muito aventureira e isso desde criança, e todas as oportunidades na minha vida“, disse ela, demonstrando a natureza determinada que a guiou durante toda a sua carreira.
No entanto, ao ser questionada sobre possíveis arrependimentos, a atriz foi sincera: “Encaro como um aprendizado e como uma experiência enriquecedora. Deu certo, vai me enriquecer em algum lugar, e se deu errado, também.
Arrependimento? Não repetiria. Hoje, não aceitaria“. Com essa declaração, Regina deixou claro que, embora não se arrependa de suas escolhas, reconhece que não seguiria o mesmo caminho novamente.
Descubra mais sobre Entretê Spin OFF
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




